As meninas ganharam esse livro de uma amiga nossa que morava aqui e voltou para o Brasil no ano passado. Foi o livro que eu escolhi para ler em janeiro, pro Desafio Literário 2011. Eu ainda lembro do filme original, de 1973, da história tão inocente do porquinho Wilbur e da sua amiga, a aranha Charlotte.
Quando Wilbur nasceu, ele era muito pequeno e frágil. Seu dono queria acabar com ele, mas a sua filha, Fern, não deixa. Ela se encanta com o porquinho e pede ao pai que a deixe cuidar do animal. Ele cresce e a mãe de Fern já não quer mais o porco em casa. Sugere que o levem para a fazenda do tio Zuckerman. Lá, Wilbur se sente sozinho e triste, os animais da fazenda não são de muita amizade. Até que ele conhece Charlotte, a aranha. Wilbur tem um medo terrível de morrer porque sempre ouve rumores que o Sr. Zuckerman vai matá-lo pra fazer baicon e presunto. Charlotte se compadece do porquinho e elabora um plano para tentar salvá-lo. Numa manhã, um dos homens que trabalha na fazenda vê escrito “Some pig” numa teia de aranha perto de onde Wilbur dorme. A cidade toda fica espantada com o milagre e começam a achar que o porco realmente tem algo de especial. Semanas depois, Wilbur é “terrific“, pelas palavras de Charlotte. O Sr. Zuckerman fica todo orgulhoso do porco especial que tem na sua fazenda, e mais ainda quando ganha um prêmio num evento da cidade. Wilbur está salvo.
O livro? Hum… não é o tipo de livro que eu gosto, confesso. E olha que eu gosto de literatura infanto-juvenil, hein. A linguagem de A teia de Charlotte é bem simples, diálogos bem básicos, frases curtas. O autor não aprofunda muito nos sentimentos das personagens, é tudo muito superficial. Eu não vi a indicação de idade, mas acredito que seja para crianças entre 7 e 10 anos. É um livro bem longo (mais de 150 páginas), então acho que Laura não daria conta sozinha, por exemplo. É um livro pra ser lido junto com a criança, certamente. Eu li sozinha, não li pra Laura. E talvez por ter lido junto com O amos nos tempos do cólera foi que ainda me “irritei” mais ainda com o estilo do livro infantil. Enfim, não gostei muito do livro. A história é fofa. Esse aqui, sem dúvida, eu prefiro o filme.
Saiba mais sobre o Desafio Literário 2011 aqui.
Livro de fevereiro (já começado): O diário de Anne Frank, de Anne Frank, editado por Otto Frank.















Eu adoro o “desenho-longa metragem”, assisti mil vezes quando era criança e morria de dó quando Charlotte morria, rs. Quando saiu o filme, alguns anos atrás (que não assisti) descobri que lançaram também o DVD do desenho, que comprei feliz da vida. Não sei como seria ver a história em livro, acho que o desenho ficou marcado demais pra mim e tenho medo de me decepcionar com a leitura
Beijos!
Eu a-do-ra-va o desenho. Minha mãe conta que eu inclusive coloquei o nome de Charlotte nas aranhas que a gente tinha na chacara…rsrs
Fiquei com vontade de rever o filme agora!
Beijos,
Pat
Quem nao assistiu esse desenho na sessao da tarde?
E a vida segue…
Tô mal… Nunca assisti esse filme…
oie,
estava procurando sobre fraldas de pano e cai aqui no teu blog.
que vc me diz?
indica?
foi bom pra vcs?
nao sao faceis de encontrar em lojas nao é mesmo?
que me diz?
abçs
g
Paula, dá pra comprar pela internet. Aqui eu até encontro em algumas lojas infantis, mas tem muito mais opções pela internet.
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