Eu li: A teia de Charlotte (Charlotte’s web), de E. B. White

31/01/2011

in Entretenimento, Livros

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As meninas ganharam esse livro de uma amiga nossa que morava aqui e voltou para o Brasil no ano passado. Foi o livro que eu escolhi para ler em janeiro, pro Desafio Literário 2011. Eu ainda lembro do filme original, de 1973, da história tão inocente do porquinho Wilbur e da sua amiga, a aranha Charlotte.

Quando Wilbur nasceu, ele era muito pequeno e frágil. Seu dono queria acabar com ele, mas a sua filha, Fern, não deixa. Ela se encanta com o porquinho e pede ao pai que a deixe cuidar do animal. Ele cresce e a mãe de Fern já não quer mais o porco em casa. Sugere que o levem para a fazenda do tio Zuckerman. Lá, Wilbur se sente sozinho e triste, os animais da fazenda não são de muita amizade. Até que ele conhece Charlotte, a aranha. Wilbur tem um medo terrível de morrer porque sempre ouve rumores que o Sr. Zuckerman vai matá-lo pra fazer baicon e presunto. Charlotte se compadece do porquinho e elabora um plano para tentar salvá-lo. Numa manhã, um dos homens que trabalha na fazenda vê escrito “Some pig” numa teia de aranha perto de onde Wilbur dorme. A cidade toda fica espantada com o milagre e começam a achar que o porco realmente tem algo de especial. Semanas depois, Wilbur é “terrific“, pelas palavras de Charlotte. O Sr. Zuckerman fica todo orgulhoso do porco especial que tem na sua fazenda, e mais ainda quando ganha um prêmio num evento da cidade. Wilbur está salvo.

O livro? Hum… não é o tipo de livro que eu gosto, confesso. E olha que eu gosto de literatura infanto-juvenil, hein. A linguagem de A teia de Charlotte é bem simples, diálogos bem básicos, frases curtas. O autor não aprofunda muito nos sentimentos das personagens, é tudo muito superficial. Eu não vi a indicação de idade, mas acredito que seja para crianças entre 7 e 10 anos. É um livro bem longo (mais de 150 páginas), então acho que Laura não daria conta sozinha, por exemplo. É um livro pra ser lido junto com a criança, certamente. Eu li sozinha, não li pra Laura. E talvez por ter lido junto com O amos nos tempos do cólera foi que ainda me “irritei” mais ainda com o estilo do livro infantil. Enfim, não gostei muito do livro. A história é fofa. Esse aqui, sem dúvida, eu prefiro o filme.

Saiba mais sobre o Desafio Literário 2011 aqui.

Livro de fevereiro (já começado): O diário de Anne Frank, de Anne Frank, editado por Otto Frank.

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Renata January 31, 2011 at 16:49

Eu adoro o “desenho-longa metragem”, assisti mil vezes quando era criança e morria de dó quando Charlotte morria, rs. Quando saiu o filme, alguns anos atrás (que não assisti) descobri que lançaram também o DVD do desenho, que comprei feliz da vida. Não sei como seria ver a história em livro, acho que o desenho ficou marcado demais pra mim e tenho medo de me decepcionar com a leitura ;-)
Beijos!

Patricia January 31, 2011 at 18:13

Eu a-do-ra-va o desenho. Minha mãe conta que eu inclusive coloquei o nome de Charlotte nas aranhas que a gente tinha na chacara…rsrs
Fiquei com vontade de rever o filme agora!
Beijos,
Pat

César January 31, 2011 at 23:01

Quem nao assistiu esse desenho na sessao da tarde?

E a vida segue…

Xris February 1, 2011 at 07:42

Tô mal… Nunca assisti esse filme…

paula February 2, 2011 at 17:42

oie,
estava procurando sobre fraldas de pano e cai aqui no teu blog.
que vc me diz?
indica?
foi bom pra vcs?
nao sao faceis de encontrar em lojas nao é mesmo?

que me diz?

abçs
g

Ana Paula February 4, 2011 at 11:52

Paula, dá pra comprar pela internet. Aqui eu até encontro em algumas lojas infantis, mas tem muito mais opções pela internet.

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