Oito de outubro, quarta-feira. 39 semanas completas de gestação.
Acordei de madrugada depois que senti um “ploft”. Senti algo vazando e resolvi ir no banheiro pra ver o que era. Pensava ser o tampão mucoso. Foi só fazer força pra levantar da cama que o aguaceiro apareceu. A bolsa rompeu. O trabalho de parto de Alice começou igualzinho o da irmã, com a bolsa rompendo. Líquido clarinho. Eram 5:45 da manhã.
Dessa vez não me desesperei. Fui pro banheiro, me lavei, coloquei um absorvente e voltei pra cama, que não molhou tanto assim. André já acordou e ficamos conversando. Não queria acordar meus pais, nem a Laura. E ia esperar mais um pouco pra ligar pra parteira.

Algum tempo depois começaram as contrações. Eram fraquinhas, pareciam cólicas menstruais. Eu não contei o intervalo entre elas. Como já tinha lido nos livros, resolvi levar o dia normalmente, até que ficasse impossível não notar as contrações, e aí sim ia passar a contar os intervalos.
Acordei meus pais logo em seguida. Eu não consigo guardar segredo mesmo. Falei que estava tranquila e disse que ligaria pra parteira lá pelas 9 da manhã. Eles ficaram em paz também. Meu pai disse que não me reconhecia, que eu estava calma demais. Mas ficar nervosa por quê? Falamos com os parentes no Rio, pra avisar que Alice ia nascer logo. Eu imaginava que seria ainda naquele dia, quarta-feira.

Liguei pra parteira e ela veio me ver em casa. Falei da bolsa rompida, das coliquinhas. Ela disse que esperava que Alice nascesse dentro de 24 horas de bolsa rota. Não fez exame de toque justamente por causa da ruptura da bolsa. Disse pra eu andar bastante, beber muita água e tentar dormir, que o dia, e talvez a noite, seriam longos. Se o trabalho de parto não evoluísse até o dia seguinte, conversaríamos novamente sobre como proceder. Se as contrações aumentassem, era pra eu ligar novamente quando estivessem de 3 em 3 minutos, durando 1 minuto, por 1 hora. Ela ligaria pra mim novamente no fim do dia. Estava combinado.
E o dia passou normalmente. André trabalhou de casa. Laura não foi na escola. Estávamos todos na expectativa, mas levamos o resto do dia como outro qualquer. Continuava vazando líquido amniótico e sentindo as contraçõezinhas bem fracas. De tarde, lá pelas 4, fui no shopping com André pra comprar o presente que Alice traria pra Laura, uma câmera digital infantil, da Fisher Price. Até então não tínhamos comprado! Foi bom andar um pouco pra acelerar o processo. Foi de tarde que também terminei de arrumar a mala pra levar pro hospital. A roupa da Alice já estava pronta há alguns dias, mas a minha ainda não.

Já de noitinha, em casa, as contrações começaram a apertar. A Ruth (parteira) me ligou por volta das 7 da noite, e naquele momento as contrações já vinham a cada 10 minutos e doíam um pouco mais. Ela disse que ligaria de novo pela manhã, mas que eu podia ligar a qualquer hora, caso o quadro mudasse.
Todo mundo foi pra cama lá pelas 8:30 da noite. Mais de 12 horas de bolsa rota. Fui pro quarto e fiquei com André. Foi aí que a coisa começou a apertar de verdade!
As contrações ficaram mais fortes e duravam cerca de 30 segundos. O espaçamento ainda ficou meio irregular, 10 e 5 minutos. Depois ficaram de 5 em 5. A dor aumentava. Eu respirava fundo a cada contração, até passar. Tentei ficar deitada, mas essa posição era muito ruim. Tentei várias posições – em pé na parede, ajoelhada na cama, sentada na cama. Nada era confortável. Até que tive uma mega contração, que durou mais de 1 minuto, e eu senti a cabeça da Alice descendo com força. Foi uma dor fenomenal. Liguei pra Ruth na hora e disse que não ia conseguir esperar as contrações ficarem a cada 3 minutos. Minha voz já estava bem fraca. Tive uma contração durante a ligação. Ela me encorajava dizendo que estava indo muito bem. Resolvemos ir para o hospital naquela hora. Eram 10:30 da noite. Meus pais ficaram dormindo em casa. O plano era que eles iriam pro hospital de manhã. Não era justo acordar a Laura. A noite seria longa.

André nunca dirigiu tão rápido. Eu nem coloquei o cinto de segurança, não dava. No carro eu comecei a emitir sons durante as contrações, além de respirar fundo. Segundo André, eu “urrava”. Comecei a tremer também. Achava que era de frio, mas tinha momentos que sentia muito calor, e a tremedeira não passava. Eu batia o queixo. No caminho liguei pra Belle. Ela ia fotografar o parto.
Chegamos no hospital umas 11 da noite. Fiquei na admissão, enquanto André estacionava. A moça falava comigo e eu mal conseguia falar. Fiquei em pé, mexendo de lá pra cá. Pegamos a papelada que a moça deu e fomos pro terceiro andar. Andamos pelos corredores vazios do hospital, parando a cada contração. Foi difícil achar a ala da maternidade, e não tinha uma alma viva pra ajudar. Até que encontramos o corredor certo e a Ruth já estava nos esperando lá.

Fomos para o quarto. O mesmo quarto da internação, parto e pós-parto. Não saímos de lá pra nada. A Belle chegou uns 15 minutos depois. Ruth conversou comigo sobre os procedimentos do hospital. Ela me colocou no soro (sem ocitocina, só o soro mesmo), e a enfermeira me colocou no monitor fetal. Eram duas coisas que eu queria evitar, mas era procedimento padrão do hospital. A obstetra de plantão veio conversar também. Depois a Ruth me disse que ela tava toda estressada porque era um PNAC (parto normal após cesárea, ou VBAC, em inglês). Mediram a minha pressão também. Fiquei uns 15 minutos ali na cama, só pra avaliar os batimentos do bebê e a minha pressão.
Ruth me examinou. 3 centímetros de dilatação. “Só isso?”, eu perguntei desanimada. Ela novamente me encorajou, dizendo que estava ótimo. O colo do útero já estava praticamente apagado, só faltava terminar a dilatação, que ela imaginava que aconteceria pela manhã.

Eu queria levantar, queria ir pra banheira. Ao mesmo tempo já estava pedindo anestesia, a peridural. Não ia aguentar sem a anestesia. Pedi várias vezes. André tentou contra-argumentar, porque eu tinha falado pra ele fazer isso mesmo quando eu pedisse arrego, mas eu ainda estava consciente e disse que não aguentaria mesmo. Era uma dor insuportável. E ainda estava espaçado, eu não podia imaginar como seria mais forte que aquilo e com intervalos menores. Sem chance.
Ainda senti muitas contrações até eles prepararem tudo pra anestesia. O anestesista era residente do hospital, e ainda ficou de blá blá blá (explicando os riscos, etc… procedimento padrão do hospital) enquanto eu só queria que ele enfiasse aquela agulha logo nas minhas costas pra parar de sentir dor! Falei com a Ruth que isso não era o que eu queria inicialmente, mas eu não aguentaria MESMO. E sabia que dali pra frente poderiam acontecer outras intervenções, só porque eu aceitei a anestesia. Falei que eu sabia que o trabalho de parto poderia demorar mais. Mas naquela hora eu já não me importava. No fundo eu tinha fé que teria meu parto normal, apesar de saber que poderiam ainda acontecer outras intervenções.

Depois da anestesia, ainda demorou um pouco pra eu parar de sentir as dores, talvez 20 minutos. Mas depois foi um alívio! O anestesista fez um teste do gelo, pra ver até onde eu estava anestesiada. O efeito atingia as minhas costelas. Ainda sentia um pouco de dor sim, e muita pressão na hora das contrações. Não perdi totalmente os movimentos da perna.
Por conta da anestesia, tive que ficar deitada. Por procedimentos do hospital, me colocaram no monitor fetal eletrônico o tempo todo. O engraçado foi que apesar de saber que deitada de costas era a pior posição, foi a melhor pra mim. Quando eu deitei de lado, os batimentos do bebê caíram. Aí eu deitei de costas e os batimentos ficaram normais. Achei super curioso isso! Aliás, essa coisa do monitor foi interessante. Por várias vezes os batimentos cardíacos da Alice caíram, mas logo recuperavam. Ninguém ficou estressado. Tinha uma enfermeira com a gente o tempo todo, além da Ruth. Só uma vez a obstetra de plantão perguntou no interfone se algo estava errado porque os batimentos tinham caído (eles eram mostrados na sala da obstetra também). A Ruth sempre ficou muito calma e eu estava tranquila também. Sabia que ia tudo dar certo.

Já era meia noite e pouco, eu acho, ou uma e pouco da manhã. Não tenho mais noção do tempo. Todo mundo ia descansar agora, porque só tínhamos que esperar eu terminar de dilatar tudo. Quando foi 2 e 10 da manhã, eu sentia muita pressão das contrações e sentia vontade de empurrar. Falei pra Ruth. Ela disse que ia me examinar. 10 cm!!!! Em 2 horas eu dilatei 7 cm. Eu não podia acreditar. Foi MUITO rápido.
Ainda esperamos 1 hora pra começar o período expulsivo. A Ruth falou que porque eu estava com anestesia, ela queria ter certeza que eu tinha a vontade de fazer força, pra não me desgastar à toa. Quando foi 3:30 da manhã, comecei a fazer força. Detalhe: as contrações NUNCA diminuíram de intervalo. Continuaram a cada 5 minutos. Às vezes 3, depois 7, depois 5.

E dá-lhe fazer força. Que sensação estranha! Parecia que tinha um ovo no meio das minhas pernas, um ovo de dinossauro. Eu sentia como se fosse evacuar, de tanta pressão no reto. Fiquei deitada na cama mesmo, porque não tinha força nas pernas pra tentar alguma posição vertical. A cama inclinada em 45 graus e as pernas apoiadas numa barra de ferro. Fiquei nessa posição por uns 40 minutos, fazendo força. Sentia a Alice descendo. Eles colocaram um espelhão na minha frente. Deu pra ver TUDO!
Lá pelas 4:15, trocamos de posição. Fiquei de lado e levantei a perna. Essa posição foi melhor pra mim. Já dava pra ver um pouco da cabecinha dela. Ruth falou pra eu colocar a mão lá embaixo e sentir a cabeça da Alice. Foi uma sensação incrível, saber que logo logo a minha neném estaria nos meus braços. Aquilo me deu ainda mais força pra empurrá-la pra fora de mim. Eu nunca fiz tanta força na minha vida! André diz que eu fiquei roxa. Mais umas 3 ou 4 contrações e a cabeça saiu e depois o corpo. Alice tinha cordão no pescoço e vi a Ruth tirando assim que a cabeça dela saiu. Apesar da anestesia, senti tudo, senti o corpinho da Alice deslizando por dentro de mim. Senti o tal “círculo de fogo” quando a cabecinha dela coroou, é uma ardência enorme!

Eu rasguei um pouquinho, duas lacerações de primeiro grau (uma em direção ao reto e uma lateral). Não tive episiotomia. Alice veio pro meu colo na hora e ali ficou. Ninguém tirou ela de mim e ela só foi examinada mais de meia hora depois. Ela demorou um pouco pra chorar, estava muito calminha. Talvez tenha sido a anestesia, não sei. Ruth esperou o cordão parar de pulsar e ofereceu ao André que o cortasse. Ele aceitou. Aliás, André foi um guerreiro neste parto. O apoio dele foi fundamental pra mim. Ele dizia que estava orgulhoso de mim. Eu pari a nossa filha.
Minutos depois a placenta saiu. A Ruth me costurou (não senti nada de dor) e depois me mostrou a placenta, disse que já tinha alguma calcificação por dentro. Então foi só alegria. A dor passou na hora, impressionante! Depois de tudo limpo, Alice foi examinada, pesada, medida. Lá pelas 5:30 pudemos descansar. A Ruth me deu alta por volta das 7 da manhã e às 9:30 a gente saiu do hospital, pra casa. A MELHOR coisa foi levantar da cama e não sentir dor NENHUMA!

Eu adorei a minha experiência de parto normal. Não foi natural, como eu imaginava que seria, mas foi o melhor pra mim. Eu soube respeitar os meus limites. A gente tem que saber o que dá e o que não dá pra fazer. E EU não ia aguentar aquelas contrações PUNKS. Eu não tinha dormido nada durante o dia, já estava morta de cansada. Foi a melhor opção pra mim naquele momento. Estou realizada!
Sou grata primeiramente a Deus, que concedeu o desejo do meu coração, que era parir minha filha. Agradeço a Ele também por ter colocado pessoas maravilhosas no meu caminho, que me ajudaram a realizar este sonho. A decisão mais acertada que fiz foi ter trocado de obstetra para parteira no meio da gestação. A Ruth foi simplesmente um anjo! Agradeço a Deus pela fé que colocou em mim, que eu era capaz de parir, que a minha cesárea anterior não seria obstáculo pra um parto normal desta vez.

Agradeço ao meu marido, André, que me apoiou em tudo, que manteve a calma e pariu junto comigo a Alice (sério, até respirar junto comigo ele respirou!). Agradeço a minha filha, Laura, que me ensinou o que é ser mãe e me preparou para a chegada da sua irmã. Agradeço aos meus pais, que respeitaram a minha escolha e, pra minha surpresa, também ficaram calmos depois que a bolsa estourou.
Um agradecimento especial à minha querida amiga Belle, que eternizou em fotografias esse lindo momento das nossas vidas.

E obrigada a todos vocês, leitores do blog, que torceram por nós. Espero que minha experiência sirva de exemplo pra outras mulheres, cesareadas, que desejem ter um parto normal também. É possível, não tenham medo e não se deixem enganar por qualquer médico que diga o contrário.
[tags]relato de parto, parto normal após cesárea, PNAC, VBAC, vaginal birth after c-section[/tags]




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Parabéns pela Alice! Ela é linda. Fico feliz que tenha conseguido seu VBAC apesar de não ter sido totalmente como você queria, mas como você mesmo disse cada um deve respeitar seus limites!
Parabéns mais uma vez! Desejo muita alegria e felicidades pra vocês! Um abraço, Leticia
Que relato liiindo, Ana!!!! Me emocionei lendo… Parabéns!
E parabéns tb ao seu marido que soube estar ao teu lado de forma magnífica!!!
E as fotos? Maravilhosas!!!!
Felicidades mil pra vcs
Bjs
Lívia – 30 semanas!!!
Ana, cada foto linda!!! Adorei.
Que momento LINDO, especial!! Me emocionei, claro, e essas fotos estão perfeitas!! Parabéns, Ana, você é realmente uma guerreira!!!! Beijoss
Ana, to aqui emocionada! Lindo relato, perfeitas as fotos… quando eu tiver filhos, quero ter parto normal também!
Parabéns pela força e coragem, parabéns pelas filhas lindas! beijos
Lindo. Emocionante. Até chorei aqui. É o relato mais bonito do nascimento de uma criança que li até hoje (e que lerei nos próximos anos – tenho certeza)! Você é uma vitoriosa, Ana! E sinto orgulho de você! Parabéns!
Que relato lindo, perfeito, emocionante, especial, bem Ana mesmo… Você é uma guerreira Mocinha e foi muito, muito, muito bom ler tudo isso… Nem sei o que escrever mais
Parabéns!!!! A Alice e a Laura tem uma mãe maravilhosa
Beijo, Beijo, Beijo,
Mell
Oi Ana,
Lendo seu relato fui revivendo sete anos atrás quando meu fiote nasceu. Passei por momentos semelhantes, rompimento da bolsa, dilatei os 10cm mas não consegui fazer a expulsão daí pra minha
frustração teve q ser cesáreo. E o meu maridão fotografou tudo.
Parabéns pela coragem e determinação.
André, parabéns pelo companheirismo.
Que Deus cubra vcs com as mais ricas bençãos.
Abração,
Neuzinha
Olá Ana, participo da lista “Parto Nosso” e vim ver o seu relato de parto. Gostaria de agradecê-la por dividir isso com a gente, ainda mais de uma forma tão cuidadosa, com fotos e tudo. Como mãe de primeira viagem, é muito bom saber detalhadamente como as coisas acontecem. Obrigada e tudo de bom para vc e sua linda família. – Clarissa (36 semanas, esperando o Ian)
Estou emocionada com o relato do seu parto.
Que bom que tudo deu certo.
Ah, assim que tivermos um tempinho iremos conhecer a Alice.
Acho que pegaremos as chaves do nosso novo lar nesta sexta.
Grande beijo e qualquer hora dessa eu ligo para vc para fazermos uma visita.
Ana se vc me permite… estou muito orgulhosa de vc! Conhecendo sua história como conheco, esse relato nao é só do nascimento da Alice, é também o nascimento de uma super mulher! Parabéns!!!
As fotos sao um espetáculo a parte!!!!
Concordo plenamente com as palavras da Ciça!
Obrigada, Ciça e Carla.
Vocês me conhecem faz tempo e sabem como eu sonhei com esse parto!
ANa do Céu, estou toda arrepiada… que coisa linda e emocionante!! Parabéns pela força e pela Alice linda!!!!
AMEI as fotos
Beijocas
Lindo relato Ana, muito encorajador! Também agradeço a Deus por ter dado tudo certo pra vocês que são uma família linda e moram no meu coração!
Bjs
Ana,
Parabéns pelo teu VBAC! Não importa que o parto não tenha sido natural, o importante é que vc conseguiu ter seu sonhado parto NORMAL!!! Vc foi em busca desse objetivo e conseguiu. E, com certeza, sua decisão de ter trocado de obstetra para parteira contribuiu em muito para esse resultado maravilhoso!
As fotos de teu parto ficaram simplesmente LINDAS, confesso que fiquei morrendo de inveja de ter fotos maravilhosas assim … risos
Mais uma vez, meus PARABÉNS!!!
Beijos mil
Que lindas! Ai, que eu choro… rs
Caco te mandou parabéns!
Parabens! Alice é linda!!!
Adorei os comentários…
Que emocionante, Ana!!!!!
Com certeza vc eh uma inspiracao pra mim.
Eu tb tenho uma menina de 04 anos e cesarea, mas sonho com o parto natural…
Abs e tudo de bom. Parabens
Parabéns! Esse momento é especial mesmo e você é mais que vitoriosa!
As fotos ficaram lindas!
Eu fui assídua leitora do seu blog durante a gravidez da Alice e me emocionei demais com o seu relato do parto.
Parabéns pela força, pela coragem e pela determinação,
Parabéns pela linda família que vc tem.
Mtos beijosssssssssss
Chorei!
Nossa quanta emoção. Quando chegar a minha vez quero ter 1/3 dessa garra pelo menos.
Super Beijo
Ana, PARABÉNS!!
Nossa você me deu mais uma vez, inspiração para continuar… Sofri um aborto espontaneo este ano em Julho por causa de uma gravidez anembrionaria, e agora estou com 10 semanas e rezo para ter parto normal, e ver você relatar tudo isso e saber da sua felicidade me dá mais vontade e desejo de ter uma parto normal. Obrigada por expor aqui suas alegrias e seus medos. Fique com Deus, um grande beijo para a Laura e a Alice, e que Deus continue abençoando esta família linda.
Parabéns Ana, tô aqui emocionada com o seu relato, é lindo!!!
A Alice é muuuuito linda, a Laura deve estar babando na irmãzinha.
bjks
bete
mãe da Ila
Parabéns pela conquista, lindo relato.
Vc poderia dizer onde sua bebê nasceu? Em qual maternidade?
Bjos
Nasceu no St. Paul’s Hospital, em Vancouver.
Nossa, Ana, que relato!
Primeiro eu fiquei impressionada com sua calma. A bolsa estoura e você nem liga pra parteira. Eu já estaria em desespero, eu acho. E depois me impressionou a guinada da calmaria para a turbulência. Caramba! E depois que a Alice nasceu, a calmaria volta e todos são felizes para sempre
Minha vontade também é ter um parto sem anestesia, nem nada, mas tudo vai depender, né? Você sabe o que acontece se você resolve fazer o parto em casa e acaba pedindo pela anestesia? É possível ou tem que ir pro hospital? Eu conheço acho que duas mulheres que foram assim, não por premeditação, mas porque o parto foi tão rápido que nem deu tempo.
Fiquei muito feliz por você ter conseguido o parto normal e tudo ter corrido bem. As fotos são indescritíveis, lindas demais!
Beijo,
K.
Camila, quando a bolsa estoura não tem muito o que fazer mesmo. Como você viu, não é coisa rápida.
No parto em casa não tem opção de anestesia, claro. Mas se você fizer muita questão mesmo, dá tempo de transferir para um hospital. Você deve conversar com a parteira pra traçar um plano no caso de transferência para hospital. Mas do que eu conversei com a minha, ela disse que raramente isso acontece. Eu acho que uma doula ajuda nesse caso. Eu optei por não ter doula, não dava pra bancar.
E eu estou aqui toda chorando com esse relato…..me emocionei do comeco ao fim, de fazer o queixo tremer……
Que Deus os abencoe sempre…..
Beijos e fiquem com Deus
Barbrinha
Que coisa linda, fiquei emocionada!
Parabéns pela força e pela coragem!
Parabéns ao André, a Laura e aos seus pais pela mais nova alegria.
Que tudo seja repleto de paz, sempre.
Beijos,
Carol
Felicidades para o casal e Saúde para suas filhas. daqui do Brasil nunca deixei de torcer por vocês!
Amei cada linha.
Obrigada por compartilhar conosco essa experiência tão linda !
Um beijo.
Lindo, emocionante, voltei no tempo ao parto da Olívia, que acabou em cesárea depois de 12 horas em TP. Não sei se errei, não sei onde errei, não sei se teria coragem de encarar um PN pós-cesárea. O tempo dirá.
Obrigada pelas palavras e pelas imagens que falam por si só!
Parabéns!
Me emocionei só de ver as fotos, achei lindo o André do seu lado o tempo todo.
Seu relato é emocionante, só Deus mesmo para conceder o que pedimos e o melhor preparar para que tudo seja perfeito, pois ele quer o melhor para nós.
Muitas e muitas felicidades !!!
Um beijo
Tô emocionada, encantada! Qnta coragem, força! Fiquei emocionada com o relato, com as fotos…
Um beijo enorme pra vcs!
Ai prima, que emoção!
Fiquei pensando, que a próxima sou eu! Ontem caiu a ficha que já está chegando minha vez também! Graças a Deus deu tudo certinho! Espero ter a mesma coragem!
Parabéns!
Que horror! Quase 24 horas de trabalho de parto. Passei mal só de ler o relato. No lugar do André, eu já teria caído duro no chão. Realmente é como eu disse a minha esposa, acompanhar uma cesárea (a dela) foi fácil pra mim, mas não me peça pra estar por perto num parto normal. Eu não agüento!
Bom, mas parabéns pela neném, pela coragem de vocês dois, por ter dado tudo certo e você ter tido sua filha por parto normal, como você queria. Sábia a sua decisão de respeitar seus limites aceitando a anestesia ao invés de optar por um parto “natural” mas sofrido.
Oi Juca, tudo depende do ponto de vista.
Você acha que a cesárea é a melhor opção, mesmo tendo riscos maiores que um parto normal, isso sim é um HORROR pra mim.
Pra mim, a mulher foi feita pra parir. A cesárea é muito bem-vinda sim quando devidamente indicada.
E das quase 24 horas que você falou, na verdade eu só considero o verdadeiro trabalho de parto a partir das 8 da noite, que foi quando as contrações apertaram. Até então, eu levei o dia normalmente. Pra mim, foi bem rápido e não foi tão sofrido não. Sofrida foi a minha recuperação depois da minha primeira cesárea, isso sim.
Oi Ana,
Não sou nem mulher, então não posso nem dizer que acho uma opção ou a outra melhor. Também não estou criticando tua escolha.
O cálculo da mortalidade é uma estatística, feita de forma generalizada. Há muitos médicos e hospitais ruins por aí. A cesárea é uma cirurgia e deve ser tratada como tal. Como diz num dos sites que você linka no próprio post, os dois tipos de partos têm riscos; então, antes uma cesárea com uma equipe competente do que um parto normal com uma equipe incompetente (e vice-versa).
Ainda bem que você considera que foi bem rápido, pois pra mim, 8 horas de trabalho de parto continuam sendo uma eternidade (ainda bem que sou homem, LOL). Certamente a anestesia te ajudou muito. Eu não aguentaria estar nem no lugar do André, acompanhando o parto. Passo mal mesmo, vendo todas aquelas dores e respiração cachorrinho, e “vamos, força!!!” etc.
A recuperação da cirurgia é muito pessoal, minha esposa não tem nenhuma queixa, disse que foi muito tranquila e não o bicho-papão que pintaram pra ela. Já a sua foi ruim.
Em resumo, só sou contra radicalismos, aquelas histórias de querer ter, *à força*, o parto “o mais natural possível”, em casa, sem anestesia, sem nada, porque “foi assim que a natureza fez”. A natureza é sábia mas é “quantitativa” e não “qualitativa”. Qual a taxa de mortalidade de mãe e filho em partos 3.000 anos atrás? Devemos saber aproveitar os avanços da medicina e do conhecimento do homem. Foi o que você fez, optou por um parto normal mas com segurança, num hospital, com as coisas na medida certa, respeitando seus limites. Novamente, parabéns.
Nossa, emocionante, lindo…não tem como segurar o choro com um relato desses.
Parabens pela nova vida .
Abraços e que Deus abençoe vc e sua familia.
Que lindo seu depoimento, Ana! Eu tb imaginei que meu Filhote nasceria de parto normal mas precisei ser induzida, não aguentei as dores e por causa da baixíssima dilatação (meio cm…), optamos pela cesárea.
Que lindas ficaram as fotos! Fico feliz que tudo tenha corrido como vc imaginou : )
bjs
ai Aninha, fiquei emocionada com o seu relato…um pouco assustada com a sua perfeita descrição da dor, confesso mas me deu vontande de tentar o parto normal com o proximo baby…já q infelizmente nao conseguir ter parto normal com a Manu por conta da minha pressao ter subido tanto no finalzinho da gravidez….PARABENS AMIGA!!!!
Menina, a coisa é feia MESMO! Mas passa, viu… heheheh… e, como eu disse, depois da anestesia foi só alegria! ;o) A mulher PODE, Érika… é impressionante. Na hora a gente arranja forças não se sabe de onde pra botar a criança pra fora. É lindo, mágico, emocionante mesmo. Nossos corpos são perfeitos, e a gente tem que acreditar nisso.
Parabéns Ana!
Estou emocionada com o seu relato…
Parabéns pela força, garra, persistência.
Como não bastasse, as fotos ficaram muito reais!
Beijos aos 3…ops… 4 – hahaha
Ai, Ana… que lindo… nossa, quase senti as dores junto com vc, de tão real que foi o relato… e, apesar de ter tido a minha filha de parto normal, estou com um pouquinho de medo nessa gravidez.. (apesar de demorar ainda bastante para que eu passe por tudo isso).. bjs e PARABÉNS!
Lindo relato. Parabéns pelo parto, Ana.
Ana, parabéns pela filhota, pela coragem e pela determinação! Seu relato foi super completo… ufa!! Sei bem o que você sentiu, pois o parto da minha filha foi bem parecido – dores inacreditáveis!! Mas no meu caso a dilatação total ocorreu algumas horas depois de a bolsa estourar. Não sei se eu teria a sua calma; ainda foi fazer compras!
Tudo de bom pra vocês e que a Laura curta bastante a irmãzinha!
Beijos,
Andréa
PS: As fotos são um show à parte!
Lindo,lindo, fiquei emocionada!
Que Deus continue abençoando-os grandemente, que sejam sempre uma família unida e feliz!
Ah,lindas fotos tb.
Beijocas
Que relato mais emocionante!!! Lindo mesmo!! Pude sentir sua emocao! Parabens por tudo guerreira!!! Que Deus continue abencoando lindamente voces! As fotos estao otimas!
beijos
Estou chorando, claro! Pior, no escritório!
Lindo depoimento! Muito emocionante!
Parabéns pela sua determinação e pelo respeito a você mesma!
Parabéns ao marido e aos pais!
Parabéns pelo lindo parto!
Obrigada por compartilhar com a gente!
Beijocas
sempre visito seu blog, mas nunca fiz nenhum comentário…mas dessa vez não teve jeito…definitivamente virei sua fã…..seu relato e sua experiência é simplesmente maravilhosa….estou orgulhosa de ser mulher, de saber que tb posso parir um filho…tenho o Miguel de quase 2 anos….foi cesária…gostaria muito de ter outro filho…não sei se será possivel ja estou com quase 43 anos, mas enfim…obrigada obrigada obrigada por mostrar que na vida tudo é possivel se tivermos vontade, determinação e amor… um beijo enorme para essa família linda … fiquem com Deus
Acompanho seu blog há algum tempo. Parabéns por tudo e obrigada pela coragem. Ainda não tenho filhos e fico nessa dúvida cruel entre cesárea e normal. Normal 10 x 5 cesárea.

Muitas felicidades!
Nossa Ana, ao me tornar mãe, vejo uma criança nascer e me emociono…choro mesmo. Acho a natureza linda e uma dadiva ser mãe!!!!
Legal ler sobre parto normal pos cesarea….eu quero meu segundo filho parto normal e o Leo, meu filho, foi cesarea. Qto não ter ajuda de anestesia…heheh vc foi bem corajosa pois sei que vou querer !!!! NÂo curto sentir dor…
PARABENS
Nossa, que relato emocionante, tambem estou chorando aqui no meu trabalho hehehe…
Parabens pela sua forca, sua coragem e sua dedicacao, ainda nao passei por nada disso mas seu relato me deixou com muita alegria… LINDO!
Muitas felicidades a vc e toda sua familia!
quero parto normal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! beijos
Eu já tinha lido a versão light desse relato, mas só agora consegui passar por aqui e ler a versão full. Tou emocionada tudo de novo outra vez, vc é uma abençoada! Parabéns pela experiência e pela Alice, tão linda!
Beijos mil!
Lindo Ana. Parabéns!!!!
Foi o felato de parto mais bonito que já li.
Nele você não se fez heroína, se fez mulher igual a todas nós. Muito tocante e emocionante!
Obrigada pr dividir esse momento tão íntimo e especial.
Sinta-se abraçada!!