Tá curioso pra saber quem ganha o título? Esta que vos escreve.
Ontem fomos no shopping pra fazer compras no mercado (o mercado é dentro do shopping) e tínhamos que comprar os presentes dos amiguinhos da Laura que vão ter festinha de aniversário no sábado. André foi pro mercado pra adiantar – porque quando eu vou, o tempo triplica dentro do mercado – e eu fui com a Laura pra livraria, escolher os presentes.
Tô lá na livraria com ela, na seção dos livros infantis. Ela queria comprar tudo pros amiguinhos. Eu não gostava de nada, ou porque não era legal, ou porque era caro demais e não cabia no nosso orçamento. Ela decidiu ir brincar com os trenzinhos, na área das crianças. “Tudo bem, Laura. Fica aqui brincando com os trenzinhos que a mamãe vai ali, nas estantes, procurar o presente pros seus amiguinhos. Fica aqui, tá?” E a resposta foi afirmativa.
E lá fui eu pras estantes que, juro, não ficavam a mais de 3 metros de onde ela estava. E olho prateleira por prateleira, não acho nada interessante. Como é difícil comprar presente pra quem a gente não conhece!
Entre uma estante e outra, volto pra dar uma olhada na Laura. E cadê a menina?
Não foram nem 2 minutos que eu a deixei ali sozinha, brincando com os trenzinhos. Eu estava perto, disse pra ela onde estava. Voltei e ela tinha sumido. Olhei os corredores próximos, olhei a parte das fantasias, e nada.
Nesse momento chega uma funcionária da loja. “Precisa de ajuda?” Falei pra ela o que estava acontecendo e ela foi me ajudar a procurar a Laura na loja. Ela volta 30 segundos depois. “Por acaso você é a Ana?” Sou eu sim. Tinham acabado de avisar no auto-falante que era pra “Ana” ir lá na frente da loja. Eu, nervosa, nem tinha ouvido o aviso.
Fui com a moça pro caixa da loja e lá estava a minha baixinha, chorando, soluçando. Eu agradeci as moças da loja, peguei a Laura no colo e abracei muito forte, me sentindo a pior mãe do mundo.
Claro que não briguei com ela. Eu pedi desculpas por tê-la deixado sozinha. E ela chorava, a tadinha, e me abraçava. Não conseguia nem falar nada.
Saímos da loja sem comprar nada, direto pro mercado. Laura, que já estava calma, começou a chorar de novo quando viu o pai. E não escondeu dele. Levei uma leve bronca. Desnecessariamente, porque depois de um episódio desses, não precisa ninguém virar pra mim e dizer que eu fui irresponsável (tá, ele não usou essas palavras). Ninguém melhor que eu pra me julgar por esse lapso.
E o meu dia acabou com isso. Fiquei triste, arrasada, por ter falhado com a minha filha. Senti-me a mais incompetente das mães, e agora não tinha volta. Já tinha acontecido. Aprendi a minha lição.
E eu pensei muito antes de publicar isso aqui, mas resolvi publicar, porque a vida de mãe não é só sorrisos e alegria. É dureza também, é fragilidade, é um eterno aprendizado. Quem nunca errou que jogue a primeira pedra.











{ 71 comments }
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Grande erro mesmo deixar a menina sozinha mesmo que fosse por 10 segundos.
Oi Ana,
Não se sinta mal em desabafar no blog. Foi uma história triste, mas graças a Deus acabou bem, vocês 2 estão bem. Acho que a maior parte dos pais já passou por uma situação semelhante e isso não significa que você seja a pior mãe do mundo. Pelo contrário, o fato de você ter se sentido mal depois do episódio só demonstra a boa mãe que você é. Com certeza, com crianças por perto todo cuidado é pouco, mas tenho certeza de que tanto você quanto a Laura aprenderam a não descuidar novamente numa situação parecida.
Se cuidem!
Oi, Ana!
Acompanho seu blog há um tempo e hoje TIVE que comentar.
Adorei que você publicou essa história aqui no blog. É ótimo quando a gente olha pro lado e vê que é “normal”. Sei que nos blogs a gente só costuma escrever as coisas lindas da vida de mãe, por que, afinal, quem quer ficar escrevendo sobre coisas ruins, não é? Mas você mostra um lado que todas nós temos! Falhamos também, talvez por confiarmos demais em nós, nos nossos pequenos… Mesmo conhecendo todos os perigos do mundo.
Sua história me lembrou um acontecimento desses na minha infância. Minha mãe foi ao banheiro do mercado comigo, (eu já tinha uns 6, 7 anos), me colocou em um banheiro, entrou no outro e mandou que eu a esperasse. Pois é. Eu não esperei. Saí do banheiro e fui pro mercado. Nunca vou esquecer da sensação de desespero por não vê-la. E nunca vou esquecer do pânico estampado no rosto dela.
Nem por isso ela deixou de ser uma mãe maravilhosa. Essa “falha” também não te deixa menos digna. Você é uma mãe 10, única, porém como todas as outras: um ser humano.
Um abração pra vc e espero que você e a Laura nunca mais passem por um susto desses novamente.
Ai Ana! Isso com certeza já aconteceu ou vai acontecer com todas as mães. SE nós estamos com eles 100% do tempo ou quase isso então quer dizer que estamos mais sujeitas a isso acontecer…. fazer o que ossos do ofício. Mas que dá um desepero dá. Beijos,
Ô Amiga, não se martirize!! Você não errou, não mesmo!! Ela estava dentro de uma loja e já tem idade suficiente para entender que você não estava a abandonando ali. Ela é que deve ter se distraído e quando te procurou, na ansiedade, não te viu e saiu chorando, provavelmente para outra direção de onde você estava.
Você grávida não merece passar por um susto desses e muito menos pela repreensão do seu marido. Ele sabe que não foi um deslize seu e sim, talvez, um excesso de confiança na sua filha.
Bola pra frente!
Beijocas!
Quando falei “Ele sabe que não foi um deslize seu” quis dizer “Ele deveria saber…”
Ana, eu imagino a sua sensação, mas saiba que isso não é motivo para se rotular como a pior mãe do mundo, viu!!! Com certeza toda sua dedicação e amor superam essa “falha”. Veja esse episódio como uma aprendizado, graças a Deus nada de ruim aconteceu!!! QUantos pais não passam por essa situação, as crianças são fogo mesmo, não param quietas!! Saiba que eu acho você uma das melhores mães que eu conheço, viu!!! ;c)
Olá, Ana!
Acho q o tema do post deveria ser: ” a melhor mãe do mundo”, uma vez q
vc entrou em sofrimento pelo ocorrido. Só uma mãe responsável, dedicada, amorosa e comprometida sente o que vc sentiu. Eu entendo o q vc pasou, pois eu e o Maurício vivenciamos episódios parecidos por três vezes, sendo q uma vez tbém foi na livraria. Passado o susto, nós entendemos q precissávamos treinar o fiote para estas situações. Então, todas as vezes em que saímos de casa relembramos os combinados, um deles é: ” em caso de se perder, permanecer no lugar de origem , pois voltaremos ao local.”
Bem, ser mãe é aprender diariamente a lidar com a imprevisibilidade, é fazer do limão uma deliciosa limonada.
De tudo que tenho lido sobre vc e sua linda família, vale ressaltar: você é uma mãe linda e muito responsável, não permita que este episódio roube a mãe maravilhosa que você é.
Abraços, Neuzinha
Olá Ana! Há um certo tempo que leio seu blog e adoro. Hoje me deu vontade de te escrever. Puxa vida, essas coisas acontecem, mesmo. Olha, a minha filha tem 10 anos e eu passei por dois episódios super chatos na minha “carreira de mãe”. Uma vez, a minha filha entrou numa arara na c&a. Ela estava de mãozinha dada comigo e de repente ela se soltou, correu e sumiu. Assim, em um segundo. Eu corri atrás e ela havia sumido. Estava sentadinha escondida entre as roupas, caladinha. Acho que ela pensou ser esconde-esconde, sei lá. Ela tinha 2 anos e demorou os mais longos 20 minutos da minha vida para aparecer. Os seguranças da loja procurando, os clientes da loja catando, eu chorando, gritando por ela. Foi horrível. Quando ela apareceu, tiveram que me levar para a administração e ligaram para meu marido ir me buscar pq eu estava passando muito mal e nem conseguia andar. A segunda coisa que me aconteceu, foi quando a minha filha, também ao meu lado, tropeçou no tapete da casa da minha mãe, caiu com o rosto no chão e sobre o braço. Ela teve uma entorce e tivemos que engessar. No hospital acharam que eu havia batido nela, por causa do rostinho machucado. Foi horrível ver a cara de desconfiados das pessoas ali me julgando. Então, bola pra frente. Ser mãe não é fácil e não nascemos sabendo, certo? Beijos
Ps: desculpa aí ter chegado assim, já escrevendo um testamento, rsrs.
Ana,
Toda mãe tem uma história de ‘falha’ pra contar!
Numa tarefa tão árdua como essa, impossível ser perfeita!
Tenho certeza que tua filha continua te amando com a mesma intensidade. Se des-culpe!
Beijos,
Luana
Ana:
Uma vez em São Paulo o Arthur quase saiu de um teatro onde a gente estava porque eu fiquei vendo alguma coisa na parede. Eu fui achar o menino na barriga de um dragão gigante de brinquedo que estava exposto no lugar. Eu já perdi ele na Chapters umas duas vezes. No labirinto que eram as lojas de departamento do Brasil eu já perdi ele também, e lá é complicado pra achar. Por sorte ele estava sempre distraído com alguma coisa e só uma vez ou outra ele ficou meio ansioso.
Não se martirize. Eu acho que a Paty lá em cima foi meio forte no comentário dela, ela não deve ter filhos ou eles ainda são bem pequenos – assim como as pessoas mais radicais em relação ao “Canadá bom” e “Brasil ruim” são as que não saíram do Brasil ainda.
Abraços, Ravi.
ô Ana, não se culpe não!!! Pense assim, graças a Deus não foi nada de mais e serviu de alerta para não acontecer coisa pior… nem te conto o que eu já fiz com Otávio…
Beijos e fique bem, Léa
Nossa,lembrei agora da minha mae que perdeu meu irmao,na epoca com 3 anos tbem,no centro de Teresina/PI nos anos 80 quando fomos passar ferias la e so o encontrou 5 horas depois dentro da Caixa Economica. Eu imagino o seu desespero,mas coisas ruins acontecem e nos aprendemos mto com elas. Nao se culpe tanto, gracas a Deus vc a encontrou a tempo.
Acho que vou ficar repetitiva, mas é válido mesmo dizer que isso acontece! As crianças são imprevisíveis, e por tanta convivência com eles a gente já acha que dá pra confiar, mas não se martirize não… você seria uma mãe ruim se não tivesse sentido nada, tenho certeza que o anjo da guarda da Laura sabe a mãe maravilhosa que você é e deu uma cuidada nela nesses 2 minutos, foi só um susto passageiro.
beijos
Ô, Ana. Infelizmente essas coisas acontecem. Foi como a Flavia disse, um excesso de confiança na Laura. Vocês acabaram se desencontrando.
Isso também já aconteceu comigo, nas vésperas do Natal numa loja de departamentos. Quase enlouqueci quando perdi o Renan de vista por uns 5 minutos, no máximo. Me deu uma sensação de impotência, comecei a gritar pela loja e fiquei ao pé da escada rolante, pois se alguém o pegasse e tentasse o levar, eu estaria ali. Pensei que nunca mais veria o meu filho. Graças a Deus o encontrei perto do caixa, morrendo de chorar. O abracei bem forte e senti a mesma sensação que vc sentiu.
O que vc tem que pensar é que não pode se julgar uma péssima mãe somente por causa desse episódio. A vida de vocês não se resume somente nisso. Bola pra frente e pare de pensar nisso.
Beijos.
Ana,
O mais importante de tudo isso é que a Laurinha foi “encontrada” e estava bem.
Abraços.
Nunca comentei, mas hoje não resisti.
Já aconteceu comigo também, e acho que com muita gente por. Não se culpe tanto. O importante é que sua filhota está ótima.
abraço. Acho quje nessas horas, o marido deve se abster de criticar. J´pa tava tão evidente que vc se culpava…
abraço
ANA LUIZA, mãe da bebel
Que jogue a primeira pedra quem nunca passou por isso, eu me arriscaria a dizer, isso sim!
Entendo o susto e é um puuuuuuuta susto mesmo, mas não se considere a pior mãe do mundo, acontece nas melhores famílias
Beijos e relaxe
Tati
A Flavia disse tudo. Nao fique triste, ok?
Sabemos a mae maravilhosa que és…
Beijos
Ana;
Você está longe de ser a pior mãe do mundo…beeeemmmm longe! Uma coisa que sempre me chamou a atenção no seu blog é a expressão da sua filha. Típica de uma criança feliz, criada em um ambiente de muito amor.
Sinceramente? Eu também não veria nem de longe problema em me afastar por alguns instantes e por alguns metros de minha filha DENTRO DE UMA LIVRARIA, QUE FICA DENTRO DE UM SHOPPING!Confesso que agora até vou rever minha posição. Quanto ao André, não acho que devemos julgá-lo, acho que também foi uma reação de quem pensou no que de pior poderia ter acontecido ao bem mais precioso de vocês.Se ele teve uma reação exagerada e desnecessária, certamentente foi involuntária.
Que bom que foi um susto e já passou. Laurinha e você terão estórias para contar para a Alice….
Um beijo grande!
Ai Ana… eu imagino o sufoco que vc. passou… uma dor no peito, um choro na garganta… Ainda bem que tudo terminou bem. E não só vc. como Laura tb aprendeu com o acontecido, tenho certeza. E podia ter acontecido (e acontece todos os dias) com qualquer mãe no planeta, não é reflexo e nem sinônimo de ‘bad parenting’.
Beijos para as pequenas e procê.
Gabi
Ana Paula,
Não se exaspere. Como você viu, muitas mães já passaram por isso. Eu também ‘perdi’ minha filha, que também se chama Ana Paula, dentro do supermercado quando ela tinha uns dois anos. Aproveitei sua história e fiz um post também. Acalme-se, e cuide-se, para que seu bebê nasça bem feliz.
beijo, menina
Ana, n~´ao se sinta assim,.
Isso pode acontecer com qualquer uma.
Aconteceu com vc, comigo e vai continaur acont4cendo.
Graças a Deus acabou tudo bem mas sei o momento de aflição que viveu.
dias felizes para ti.
Oh Aninha, não fica mais triste com isso não, você tá longe de ser a pior mãe do mundo, esse tipo de coisa não deveria mesmo acontecer, mas todo mãe tá sujeita, graças a Deus já passou a pequena tá bem e você sabe que não fez isso por mal enfim achou que eram 2 minutinhos, não se cobre tanto e se Graças a Deus acabou tudo bem, apenas aprenda com essa situação!
Vc é uma pessoa ótima, uma mãe maravilhosa tenho certeza disso só de acompanhar o seu carinho e zelo com a Laurinha então amiga fique tranquila e receba paz no coração já passou….se eu tivesse a´pertinho te dava um “abração”…rs….como estou longe mando meu grande abraço daqui tá? Afinal quando vc encontrou a pequena lá chorando não era só ela que precisava de colo, vc também precisava, posso imaginar seu desespero…
Querida, não se culpe mais. Se a gente erra é tentando acertar, sempre!
Võcê tá longe de ser uma mãe relapsa, pelo contrário, é cuidadosa, carinhosa. Isso que aconteceu foi apenas um momento de excesso de confiança. Mas crianças são assim… parecem tão crescidas em um momento e no seguinte ainda se mostram como bebês.
Fica bem, viu!
Beijos!
Oi Minha querida, estou sempre por aqui, mesmo que não comente muito.
Não sou mãe ainda, mas sei que vc não é a pior mãe do mundo por ter deixado a Laurinha brincando perto enquanto escolhia os presentes, foi apenas um descuido, somos humanas, e aprendemos com nossos erros, agora vc ficará mais atenta, não é verdade? Não se sinta mal,tá? Vc é sim a melhor mãe do mundo, pq para cada filho nossa mãe é sempre a melhor
beijocas
Ai Ana, fiquei de coração apertado lendo seu post pelo feed e vim aqui te dar uma força.
A gente erra sim mas somos seres humanos e infelizmente aconteceu, mas FELIZMENTE ela está bem e ficou tudo bem. Esse lapso não quer dizer que vc é uma mãe relapsa menina, não pense assim ok?
Eu morro de medo de perder a Nara e faço o possível pra isso não acontecer, mas não estou livre disso acontecer entende?
Fica bem, essa tristeza vai passar, você vai ver!
Um beijo
Ô querida, quase chorei aqui imaginando o seu susto, que angústia. E Laurinha, tadinha… Mas quem diz que nunca errou com certeza esconde o jogo. Existem blogs maravilhosos por aí, com vidas cor-de-rosa, mas sabemos que de fato isso não existe. Eu sou tão neurótica que acho que qualquer dia coloco o André numa coleira, ele é danado. Eu sempre falo pro André, filho mamãe está aqui, fique aqui, não saia de perto, etc e tal, mas vira e mexe ele esquece. Graças a Deus nunca chegamos a esse ponto de anunciar em alto-falante, acho que desmaiaria, *depois* de encontrá-lo, lógico.
Graças a Deus estão todos bem. Espero que você esteja melhor e que o André seja mais compreensivo, afinal, ninguém merece passar por esse susto.
Mil beijos
Ai Ana! Eu fiquei imaginando o seu coração apertado procurando a Laura!! Que desespero que deve ter sido!! Mas não fique assim triste porque Graças a Deus acabou bem…
Bjs
Eu senti o mesmo desespero por menos de 20 segundos e foi horrível. É desesperador, perder o que a gente tem de mais valioso. E eu não tinha deixado pela me esperando não. Ela estava do meu lado enquanto eu olhava um produto. Terminei de olhar… olhei para baixo e ela tinha sumido. Foi menos de um minuto até encontrar, mas doeu pra caramba imaginar o que poderia acontecer. É engraçado como todo mundo que olha a gente sabe o que procuramos. rs O rosto de uma mãe procurando um filho deve ser inconfundível. Todo mundo olhou para a direção que ela estava e foi só seguir o fuxo. Graças a Deus.
Não se sinta mal, é impossível estar atenta o tempo inteiro. E, quando eu encontrei a Leila, eu a abracei forte e falei sério com ela. Disse para ela nunca mais se afastar de mim sem me avisar pq eu tenho medo de ficar sem ela. Acho que ela entendeu.
É sempre bom lembrar que as crianças são desatentas por natureza. É tanta coisa boa e nova para ver, conhecer, que, às vezes, não ouvem o que a gente fala. Com a minha eu repito, páro tudo, faço ela me olhar e repetir para mim o que eu falei. Assim tenho certeza de que ela entendeu.
Um abraço,
Carol
isso acontece muito, amiga, relaxa… imagine vc, daqui a alguns anos com DUAS correndo dentro de uma loja? Hehehe, beijos
Quem nunca errou, que atire a primeira pedra mesmo! E deixe de pensar que é a pior mãe do mundo. Você está longe disso….
Seviu pra aprender e pra ensinar! Obrigada por partilhar conosco essa história, sem mácaras, mostrando que és humana e passível de erros.
Fique bem, sem culpas, ok?
Bjs
Fiquei com o coração na mão lendo seu relato até me sentir aliviada qdo cheguei onde tudo deu certo. Agora vc já sabe que não se pode deixar uma criança sozinha por um segundo ! Já passou.
Oi Ana …pior mãe do mundo ? com certeza vc não é ,foi só um incidente ,que acontece a todas mães ,vc é uma mãe maravilhosa ! meu filho com 6 anos ,eu estava gravida tbem ,fui a padaria ,sempre segurando pela mão ,na hora que soltei para pagar no caixa ,segundo ele sumiu ,corri na rua nada ,começei a gritar pelo nome e nada ,qdo estava ja desmaiando ,ele me sai de tras do balcão da padaria ,filho onde vc foi ? fui ver o que tinha atras do balcão ,eu o abracei ,chorei ,e me senti pessima ,ainda mais qdo a gente tá gestante ,parece que nos culpamos mais .Amiga bjusss
Coisas desse tipo sempre acontecem… eu mesma já perdi meus sobrinhos de vista algumas vezes na praia… claro q com filho deve ser triplamente pior a sensação, mas não faz de ti a pior mae, nunca!
Você é ótima, nao duvide disso!
Bjão.
Nossa, quantos comentários legais heim?! Engraçado. Pra mim que não tenho filhos e estou “de fora” isso parece as estória mais comum, a gente vê isso o tempo todo e deve acontecer com 99% das mães. Nunca tinha parado pra pensar no desespero que é! Mas realmente não é culpa de ninguém, aconteceu e pronto, todos estamos mais sábios ao partilhar da sua experiência.
A gente erra e acerta … ser mãe não significa “perfeição” , não fique triste , deu tudo certo no final , olha só … comigo foi qdo Nana tinha 8 meses de vida , ela não sumiu mais caiu da cama estando comigo , sério! fui coloca-la para dormir e quem capotou no sono fui eu , qdo acordei foi com o “bum!” dela no chão , eu tremia muito e Ricardo foi até compreensivo porque se fosse o contrário … rsrsrs.
Ana,
Não pense dessa forma. Essas coisas infelizmente acontecem, quem dera se acertássemos sempre, não é? Mas sabemos que não é bem assim. A pior mãe do mundo… Claro que não!! Não se culpe assim.
Fique tranquila, pois tudo acabou bem.
Bjo enorme!
rs… tadinha de você querida! Que susto cão!!!! Mas tá longe de ser a pior mãe do mundo, hein? Tem um monte de gente aqui que engrossa a turma, rs… Já aconteceu comigo na praça de alimentação de um shopping em Curitiba, numa sexta feira nervosa, na hora do almço!! Sente o pânico!! Relaxa agora… Beijos
Oi Ana, venho sempre aqui e nunca comentei, mas hoje não tem como não te “falar”: você está bem longe de ganhar este título! Acho que você jamais deveria se sentir culpada por achar que sua filha já está uma mocinha a ponto de ficar alguns minutos num cantinho de uma livraria… Eu também não veria problema… Uma vez estava nas Lojas Americanas com meu bebê de 02 meses e o carrinho que não entrava no corredor onde eu precisava pegar uma coisa. Deixei o carrinho na entrada do corredor e fui até a prateleira e 02 segundos depois olhei e o carrinho tinha sumido. Entrei em desespero… O que aconteceu foi que um amigo que me acompanhava viu meu descuido e resolver me pregar uma peça (de mal gosto), que serviu pra vida toda! Acho que o seu marido não precisava reagir dessa forma, mas também se o episódio fosse com ele talvez você reagisse da mesma maneira… (Ja aconteceu com ele?). Beijos!
Ô, Ana… imagino susto, o desespero, mas não faz de você a pior mãe do mundo, não, longe disso! Você estava num ambiente totalmente controlado, dentro de uma livraria, dentro de um shopping, num país como o Canadá. E, ainda, com uma filha inteligente o suficiente pra, de alguma forma, ter pedido ajuda e pra saber que não era pra deixar a livraria sem você. Você é responsável por essa esperteza! Outra criança poderia ter saído correndo pelo shopping, sabe-se Deus o que mais.
Além do mais, veja o lado bom. Com esse susto, vocês dificilmente passarão por essa situação de novo porque as duas vão garantir que isso não aconteça mais.
Beijos,
K.
Que sustão, hein? Ainda mais com Alice on board. Tenho plena certeza de que não foi irresponsabilidade sua e além do mais a Laurinha, apesar de estar chorando, conseguiu pedir ajuda, dizer o nome de sua mãe, mesmo em um país com língua diferente, o que ela demosntra estar aprendendo rapidamente, né? Vc é a melhor mãe do mundo pra Laura. Um beijão!
o dia em que conheceres a mae perfeita, me avise…
(se bem que acho a *minha* mae perfeita
Fiquei até emocionada. Não fique se culpando. Acho que coisas dessas acontecem com toda mãe do mundo. Sabe quando é você que machuca o filho sem querer…? Ontem eu arranhei o Lucas, mas já o deixei cair. Então, a gente tem que se perdoar. A Laura é grandinha e já se vira no ingles. Ela fez a coisa certa, de ir procurar pessoas da loja. Veja que mocinha! E ela é assim por sua causa. Fique tranquila.
beijos
Ei, Ana, essas coisas acontecem nas melhores famílias e com as melhores mães (e pais) do mundo. Eu entendo sua angústia, pq perder uma criança, ainda mais sendo a nossa!, é realmente pavoroso…Eu, quando era pequena, me perdia direto do meu pai — no supermercado!!! Volta e meia, ia pra gerência chorando esperar por ele. O louco é que o supermercado era minúsculo, mas eu me sentia tão indefesa…Mas sobrevivi a isso, querida. Sem traumas!!!!
E compartilhar aqui, botar pra fora, é bom, sempre. Não se culpe tanto. Perfeitas não somos mesmo. Um beijo, Ju
Oh, Ana!
Eu duvido que a Laura concorde com vc….
Você é uma mãe excelente!
Quem te acompanha a algum tempo (como eu) sabe perfeitamente disso!
Não se martirize ok!?
Bj enorme
Eu ja perdi o Djem na Harrods, eu estava observando ele subir e descer a escada rolante enquanto o marido comprava algumas coisas, numa dessas descidas eu me virei para olhar um bikini e quando disviro cade o menino?? Marido foi ao customer services e ele estava la, uma funcionaria o viu e o levou para la. Ele nao estava chorando e nada, mas isso foi a 1 ano atraz e ele ainda se lembra!!! E conta para os outros….
E tbem ja tranquei o Tamer dentro do carro 2 vezes…..
bjos xx
Oi Ana! Já passei por isso também, como várias mães aqui disseram. Perdi por 5 minutos minha filha na praia. Eu quase tive um treco. Graças a Deus tudo acabou bem, como com vocês. São coisas que infelizmente acontecem, mas não me considero pior mãe por isso não. Eu também havia acabado de vê-la e quando olhei de novo…cadê? Mãe é isso mesmo. Nem tudo são flores, os espinhos estão presentes o tempo todo, mas a gente tira proveito aé deles! A lição fica, pra ambos os lados. Me martirizei na ocasião, fiquei arrasada, o corpo doía…mas tenho certeza que saímos fortalecidas desse episódio. Fica em paz!
Se vc quiser a gente pode passar a tarde contando os lapsos que damos como mãe. Mas não é o caso.
Eu já perdi filho nas lojas americanas, e encontrei 15s depois. Já afoguei ele na banheira, já perdi o outro *dentro de casa* , pq caiu da cama e acabou debaixo dela. Quem é mãe passa por esses sustos mesmo. É bola pra frente pq tua filha com certeza sabe a boa mãe que vc é.
E quanto ao teu marido? De repente foi a maneira dele lidar com o susto. Os homens é que são estranhos. rs
Bjks
Ana,
De vez em quando eu dou uma olhadinha aqui…
Primeiro, parabens pelos 7 anos de casada… que venham muitos outros cheios de surpresas lindas pra vcs 4!
Segundo, nao se sinta mal. Eu ja “perdi” a Sophia na Babies’r us e ela nem andava ainda…
Eu estava na Babies’r us olhando mamadeiras e coloquei a a Sophia sentadinha no carrinho de compras. “Estacionei” o carrinho com a Sophia dentro e me virei pra ver as mamadeiras. Cinco segundos se passaram e eu me virei pra ver a Sophia e… o carrinho estava vazio! Sai gritando pela loja, mandei q fechassem as portas, corri ate o fundo da loja e nada! Voltei para a sessao das mamadeiras em panico e a Sophia estava la, sentada no carrinho, rindo, como eu a havia deixado! Eu eh q tinha olhado pra outro carrinho, nao o meu! Que vergonha!
Essa sao “coisas da vida”… acontecem!
Bjinho,
A
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