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Harumi disse,
February 22nd, 2008 @03:41  

Ana,
Achei interessante ter um médico da família. No meu ponto de vista é bom, pois uma pessoa só acompanha tudo que acontece com toda a família, e dessa forma pode entender melhor as coisas que acontecem. Tipo aqui no Brasil com pediatra, se vc tem um pediatra que já acompanha seu filho desde que nasceu, ele já sabe tudo dele, já até prevê como ele vai se reagir a determinada doença, gripe… Imagina isso pra família toda… Acho que deve ser bom…
Bjo grande.

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Pata disse,
February 22nd, 2008 @05:13  

Nossa, um ano já????
Que coisa!
E quantas novidade em um ano, heim?
:O)
bjs

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Simoni disse,
February 22nd, 2008 @08:58  

Li todos os posts q perdi, adorei acompanhar o que aí tem de diferente e melhor que aqui, vou tentar acompanhar tudo!

Ana eu acho legal esse negócio de médico de família, e ele sendo um clínico geral ele se prepara pra saber de tudo um pouquinho q seja, aqui a gente tendo q escolher um especialista, sabe aqui a impressão que eu tenho é q um médico empurra o pepino qdo ta “grosso” pra outro pra se livrar sabe, sempre comento isso com meu marido hoje pra encontrar um profissional bom e que não seja movido só por dinheiro tá ficando cada vez mais raro, não tô generalizando, mas assim eu vejo pelos pediatras que eu passei, até encontrar o que atende hoje o Henrique, foram cinco pediatras um pior q o outro.
Adoraria ter um médico de família em qua pudesse confiar cegamente!

BEijos e bom fim de semana!

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Gabriel disse,
February 22nd, 2008 @15:55  

é, é diferente mesmo.. mAs eu prefiro o sistema de lá, por causa da “qualidade” dos hospitais.

bjs….

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Andrea disse,
February 22nd, 2008 @17:49  

Ana querida, vou te falar da minha experiencia. Nossa medica de familia é uma pediatra brasileira, o que ajuda bastante, pois nao preciso pensar em ingels e procurar termos medicos no dicionario..hahaha ela é bem atenciosa e te digo que nao tive problemas com ela. O que estranhei é o antigo habito de chegar no medico com uma lisitnha de coisas para a revisao e na mesma consulta ver tudo, depois so volta patra acompanhamento,etec. Aqui, é deiferente. Cada assunto uma consulta. Revisao ginecologica num dia (papanicolau: resultado daqui 3 meses), exames de rotina outra consulta… eassim vai.
Nossa pior experiencia foi quando chegamos por aqui dez/06 e em fev a Nicole queimou as maos na lareira. Claro que neste caso nao é a medica de familia que nos atende, fomos direto para a emergencia Childrens Hospital. (ela queimou a noite, colocamos as maos na agua gelada para parar de queimar e demos tylenol para dor.) aos poucos ela foi se acalmando e dormiu. ao acordar tinha bolhas enormes na mao e fomos ao hospital. O atendimento foi bom, mas nos encaminharam direto para clinica de queimados, onde fomos MARAVILHOSAMENTE atendidos.
Tivemos a consulta/atendimento e todo tratamento pago pelo convenio ( SUS daqui), apenas apresentando a carteirinha.
Tivemos aocmpanhamento muito bom, amedica nos comentou de varios casos como o dela, orientou sobre a protecao da lareira,,etc. Perguntou s epodia forografar a maozinha dela para ajudar no trabalho que ela vinha fazendo com as empresas de lareiras,etc. Ela foi muito bacana. Saimos de lá bem mais tranquilos e em 15 dias ela ja tirou os curativos e a maozinho voltou ao normal sem sequelas.
A Rafaela ha duas semanas atras torceu o pe na aula de Gym e foi encaminhada para o Hospital da UBC onde nada paguei e atendimento foi bom. Nada a reclamar. Ela ficara mais 2 semanas de muletas, sem caminhar….
Claro que sinto falta ( e muito) do pediatra das criancas, pois ele foi meu pediatra e hoje cuidava das minhas filhas. No inicio trocavamos e-mails com ele, agora aos pocuos ja vamos “soltando o cordao umbilical”hahaha

Bem, querida esta foram minhas experiencias por aqui.
Beijos
Andrea

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Judy Kennedy Resposta:

Gostaria q me indicassem o nome de um médico brasileiro em Toronto, especialista em gastroenterologia.
A Andreia comentou sobre uma pediatra brasileira, será q vcs podem me atender?

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Micheli disse,
February 22nd, 2008 @19:59  

Oi Ana Paula!
Mais um exelente post!O anterior tb foi ma-ra-vi-lho-so!As comparações são inevitáveis,e agora acho que vc está bem mais a vontade para fazê-las.Tudo é mesmo uma questão de adaptação,e o TEMPO é mesmo o senhor do destino.Tempo que para nós que esperamos parece uma eternidade!
Um abençoado fds para vcs!Bjos

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Ciça disse,
February 23rd, 2008 @06:02  

Se é bom ou se é ruim nao importa… é o que temos e tem de se adaptar a ele. Aqui tb é assim, porém a historia do médico de família é mais flexivel. Se eu quiser ir direto no ortopedista, por ex, sem passar pl medico de família, basta que encontre um que me aceite sem o encaminhamento. “tem jeito pra tudo”, menos a morte

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Elaine disse,
February 23rd, 2008 @15:01  

Eu soh queria adicionar uma informacao pequena sobre o assunto, como vc mesma salientou que em outras provincias eh diferente. No Canada, cada provincia “gerencia” seu sistema de saude. Eu moro na provincia de Ontario, e a gente nao paga pela assistencia medica. Dentistas nao estao incluidos, e recentemente consultas oftalmologicas deixaram de ser incluidas tambem (a nao ser que vc seja menor de 18 ou mais de 65 - nesse caso vc esta coberto com uma consulta/ano). Exames e estadia em hospital tambem estao incluidos na assistencia de saude provincial de Ontario. Eu fiquei em hospital duas vezes desde que estou morando aqui (dois filhos meus nasceram aqui), e nunca vi necessidade de ter “quarto privado”. Tenho um filho que nasceu no Brasil e na epoca fiquei em quarto privado.

Meu marido tem “benefits” atraves da uniao do trabalho dele. Entao temos cobertura dental e de remedios tambem (100% - na verdade a cobertura dental eh um pouquinho abaixo dos 100%, pelo fato de dentistas e beneficios usarem uma lista de precos diferentes, mas a diferenca nao eh grande coisa - essa diferenca a gente paga).

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February 24th, 2008 @04:53  

Muuuuuito parecido com o daqui Ana :)

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Aline disse,
February 24th, 2008 @10:33  

Ana, como você mesma ressaltou o atendimento público é igual para todos aí. Quem pode ter um plano privado aqui no Brasil, ao ler seu post, não percebe muitas diferenças. Mas, o brasileiro que precisa de atendimento do SUS, aí é um “deus-nos-acuda”.
Quanto aos casos de erro médico, em qualquer lugar do mundo haverá, com certeza, afinal o médico é tão humano quanto nós.
Aqui, a situação está ficando cada vez mais caótica quando o assunto é sistema de saúde público para a maioria da população, infelizmente.

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eva disse,
February 24th, 2008 @20:41  

Oi Ana,
Eu tb só tive boas experiências por aqui. Realmente não tenho do que reclamar. Sempre que precisei fui bem atendida. Já tive Débora com corte na cabeça, Dani com febrão na noite de Natal hehe, eu quebrei o cotovelo, e o parto da Clara. A minha médica é muito boa, gosto muito dela, e ela sempre que vê algo mais indica para o especialista. Mas como vc mesma disse tem muita gente aqui que teve péssimas experiências, mas eu acho que isso acontece em qq lugar do mundo, com sistema público ou privado, não é mesmo? Quem é que não conhece um caso ruim do sistema privado no Brasil? Bjs
Eva

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Tricia disse,
February 25th, 2008 @15:01  

UAU.. quanta diferença mesmo…

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Mirella disse,
February 25th, 2008 @19:09  

Oi Ana,
Passando aqui para dizer que estou na sua terra…
Vim conhecer Vancouver e fico aqui ateh quarta de manha :0).
Sua cidade eh LINDA!!!
bjs

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Jaque disse,
February 25th, 2008 @19:15  

Ana! Estou adorando este seu “comparativo”!
Gostaria que, se puder, você comentasse sobre as “shopping bags” que estão chegando agora no Brasil.
Vocês têm este hábito aí?
Eu escrevi um pouquinho sobre isso no meu blog pessoal: http://meuladoetecetera.blogspot.com/2008/02/shopping-bag.html

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Silvia disse,
February 26th, 2008 @04:08  

Ana, eu tô louca atrás de um médico de família, e já não se fazem mais muitos desses aqui no Brasil… Eu acho essencial ter uma pessoa em quem confiar na hora do aperto. Uma pessoa que conheça o histórico da família, que conheça a pessoa.

Esse negócio de sempre correr pro especialista é uma faca de dois gumes, né? Bom, eu acho.

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Carla disse,
February 26th, 2008 @06:45  

Oi Ana,

Tem um desafio para ti lá no meu blog! ;-)
Beijos

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February 26th, 2008 @08:23  

Eu moro nos Estados Unidos e o sistema é muito parecido. Eu não gosto de como funciona aqui.
Os médicos tem um atendimento muito impessoal, parece produção de fábrica e se você não perguntar nada, de nada você saberá. Isso me impressiona e irrita.
Uma vez no pediatra do meu filho, eu estava muito chateada pois eu achava que ele era alérgico a alguma coisa e o pediatra segurando ele (não encaminhava de jeito nenhuma ao especialista), aí tive um chilique. Primeiro pedi para ele se sentar que eu não aguentava mais conversar com ele de pé como se tivesse pressa de ir embora (todos fazem isso aqui), depois fui muito taxativa dizendo que ele teria que me encaminhar para um especialista pois meu filho não ficaria mais tomando antibiótico a cada vez que tivesse uma crise, já que isso não era saudável.
Ele me olhou assustado e me deu o encaminhamento na hora e surpresa! meu filho é alérgico a dust e dust mite, não falei, depois disso (mais de 1 ano) ele só veio tomar antibiótico agora por causa de uma infecção bacteriana na garganta.
Outro caso foi que no dia 1 de fevereiro eu cai e me machuquei muito, fui direto a emergencia e depois de 5 horas lá dentro constataram que eu havia quebrado o pulso esquerdo. Só me passaram um analgésico (que aliás eu nem consegui ficar em pé) e me encaminharam para um especialista que só tinha vaga para dali a 3 meses. Eu fiquei com uma imobilização temporária que me deu uma micose entre os dedos. Eu então consegui um outro ortopedista que mudou a minha imobilização, passou um remédio para o fungo nos dedos e só aí (1 semana depois) eu comecei a tomar um antiinflamatório que era exatamente o que eu precisava. Na emergência eles só constatam o problema.
Realmente sinto muita falta do sistema do Brasil, já que lá você resolve o problema na primeira vez que vai ao médico. Mas como o que não tem remédio remediado está, a gente tem que se acostumar.
Que bom que vocês já se adaptaram ao sistema Canadense.
Abraços

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ana disse,
February 26th, 2008 @09:14  

Oi Ana! Te mandei um email….ai, ai, ai. Me diz se recebeu.
Bjs!

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Tereza Fagundes disse,
February 28th, 2008 @11:58  

Minha querida, não tenho do que me queixar quanto ao atendimento médico no Brasil.
Seu pai trabalha numa Empresa de Saúde.
A população de baixa renda é que sofre muito quando adoece.
Sempre fui muito abençoada nesta parte. Nasci numa cidadezinha chamada Governador Portela, fica no interior do Est.do Rio. Pois bem!!
Lá onde nasci tem médico de família.
Quando nasci, já tinha tres irmãos e eles estavam doentes.
Minha mãe conta que fiquei doente também e que o médico de família ia todos os dias me visitar e dizia : ” Desta noite ela não passa!! ”
Pois bem! Eu passei e estou aqui com 54 anos e te vendo contar como é o sistema de saúde num país desenvolvido.
Fico feliz de saber que aí também tem médico de família.
Dr.Heitor já morreu mas com certeza deve de ter ficado muito feliz ao ver que seu diagnóstico estava errado.
A vida e a morte está nas mãos de Deus.
Te amo muito.
Beijos!

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March 2nd, 2008 @20:20  

Ana,

Como eu trabalho no sistema de saúde aqui, vejo um outro lado da moeda que talvez os leigos não vejam. A fila para prótese de quadril é de 2 anos, mesmo que você tenha trabalhado a vida inteira e pago seus impostos em dia. A lista de espera para um ginecologista é de 3 meses, mais longa ainda se você fizer questão de uma ginecologista do sexo feminino.

Como eu tenho plano adicional do trabalho, o tratamento dentário é gratuito, assim como fisioterapia e 8 massagens por ano.

A questão de ficar em quarto privativo não depende do plano de saúde, depende de ter vaga no hospital. Coisa raríssima para quem não tem uma doença contagiosa e necessita de isolamento.

Como paciente, eu prefiro o sistema privado brasileiro, em todos os aspectos (tecnológico e de controle de infecção hospitalar, principalmente). Como enfermeira, não tenho o que me queixar do trabalho aqui.

No fundo, certa é a Ciça: não importa o que é melhor, a gente tem é que se acostumar com o que tem.

Beijinho,
Flávia.

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Thiago disse,
November 13th, 2008 @09:04  

Gostei muito do sistema de saude do canada! Até que era uma boa se o Sus no Brasil implementa-se o medico da familhia, mais aos poucos isso ira acontecer

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Mayra disse,
May 24th, 2009 @17:43  

Olá! Bom, sei que estou muito atrasada com esse post (1 ano!) mas é que conheci o blog hj hehhe Sou enfermeira, e após ouvir vários comentários do Sistema de Saúde Canadense - modelo de saúde da família - resolvi buscar mais informações sobre ele. ^^ Trabalho aqui no Brasil em PSF e embora conhecendo as dificuldades do SUS, sou uma grande defensora dele. O que poucas pessoas sabem é que o modelo de saúde brasileiro, o SUS que poucos conhecem, como está nas leis de sua criação e de reestruturação (Lei 8.080/90, Lei 8.142/90 e Portaria 648/2006) é baseado em grande parte no modelo de saúde canadense. Sim, isso pode parecer estranho, já que aí me parece que as coisas funcionam. Mas se fizermos uma comparação grosseira, sabemos que no Brasil ainda coexistem doenças infecto-contagiosas e parasitárias (tuberculose, hanseníase, dengue, malária, verminoses…etc) e doenças do “primeiro mundo”, as doenças crônicas (depressão, hipertensão, diabetes, câncer…). Diferentemente do Canadá, que sabemos tratar-se de um país de realidade totalmente diferente. Ainda assim, os modelos de saúde se parecem. E muito, até. O SUS é regido por 3 princípios: 1- Universalidade - TODOS têm direito à saúde. 2- Integralidade - A saúde deve ser entendida em seu aspecto total (saúde, educação, meio ambiente, prevenção, recuperação, cura e reabilitação. 3- Equidade - Todos devem ter igualdade de oportunidade de usar o sistema. No Brasil, o programa de saúde da família preconiza uma equipe de saúde composta por 1 médico, 1 enfermeira, 1 Técnico ou Auxiliar de enfermagem, 1 dentista, 1 téc de higiene dental e 6 ACS (equipe mínima) que atuam por microáreas de abrangência próximas à unidade de saúde, atendendo as famílias. Além disso, preconiza também que os profissionais que compõem a equipe de saúde façam visitas domiciliares äs famílias de sua área de abrangência. A porta de entrada da sáude deve ser a “saúde da família”. É a atenção básica, o postinho de saúde, o que chamamos de baixa complexidade, baseada em sáude “dentro da família”. Caso seja detectado algum problema mais sério que a família necessite de maior suporte (p.ex: uma prótese ortopédica para um homem de 35 que teve a perna amputada devido acidente automobilístico ou uma cirurgia cardíaca ou uma radioterapia), que não podem ser resolvidos na atenção básica, é encaminhada ao serviço de média e alta complexidade (os hospitais). Isso é só um pouquinho do SUS ^^ E essa é a parte boa. A ruim, as ruins, é que: 1- O brasileiro não conhece o próprio Brasil, quanto mais o sistema de saúde dele. 2- Profissionais desvalorizados e alguns descompromissados. 3- Governantes que passam a mão no dinheiro público 4- O povo mal acostumado que não sabe escolher os representantes 5- O velho jeitinho brasileiro de empurrar as coisas com a barriga 6- A atenção básica não dá ibope para a mídia e voto nas eleições. Hospital e grandes equipamentos dá. 7- 80% dos brasileiros não usam os livrinhos para ligarem pra especialistas pq não têm dinheiro pra pagar 8- Antibióticos são pra bactérias mesmo. É que a gente se acostuma ao “se não passar exame e remédio não presta”. E tanto os pacientes quanto médicos daqui estão acostumados com isso. 9- Se a atenção básica funcionasse grande parte dos gastos exagerados em saúde seriam reduzidos. 10- Para saber mais podem acessar o site do ministério da saúde http://www.saude.gov.br =)
Quanto aos EUA, Deeeuusss me livre de um dia precisar de atendimento lá! Os todos-poderosos do mundo tem um dos piores sistemas de saúde. Quem quiser saber, procure um documentário chamado “Sicko-SOS Health”, do cineasta norte-americano Micheal Moore.
Eu sou uma defensora do SUS - acredite, é um dos Sistemas de Saúde mais bem reconhecidos internacionalmente pela sua idealização de saúde para todos. Meu grande sonho é que ele saia das “idéias”e vire realidade. Se eu como profissional de saúde não acreditar nisso, então que tipo de saúde eu quero?
Ufa!! Chega né?! hauahua

Ah, parabéns pelo blog! Riquíssimo em informações!!
Bjos! XD

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