Nunca é tarde para mudar de carreira

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Nesta semana eu começo um novo capítulo na minha vida: vou começar a trabalhar como bibliotecária numa biblioteca pública da grande Vancouver. Estou animada com a mudança e agradecida pela chance de fazer algo novo e diferente.

Não tenho uma vida profissional muito longa. Aproximadamente uns 15 anos. Tive apenas três profissões durante este período: coordenadora de projetos de internet, assistente de informação e professora de inglês. Isso sem contar os estágios, numa empresa de internet e na revista Seleções (o mais próximo que cheguei da atividade de jornalista, que é minha formação original). Nesse período comecei a fazer trabalhos freelancer como jornalista, escrevendo para revistas.

Nunca passou pela minha cabeça ser bibliotecária, até descobrir que amo a biblioteca como lugar. Durante minha licença maternidade, em 2008 e 2009, eu frequentava a biblioteca semanalmente com minhas filhas. Era um dos destaques da nossa semana, o passeio à biblioteca para assistir a contação de histórias. Eu era tão maravilhada com o espaço, que me perguntei se não seria bacana trabalhar ali. E foi assim que começou minha pesquisa sobre a profissão de bibliotecário e o caminho ao mestrado em consequência.

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Sabe todas aquelas coisas que você sempre quis fazer? Você deveria ir adiante e fazê-las! (daqui)

O mais engraçado é que, até eu vir morar no Canadá, mudanças sempre me assustaram. Eu evitava a qualquer custo. Mas depois da Grande Mudança, eu passei a abraçar toda novidade que se apresentasse na minha frente. O fato é que eu já estava cansada da minha antiga atividade: criar sites. Queria algo diferente. O mais legal foi descobrir que é possível mudar de carreira, de vida. Que a gente não precisa ficar amarrado a escolhas que fizemos no passado.

Eu acredito que mudar de profissão não é algo que era bem encarado há alguns anos. Ou de repente as pessoas não pensavam que pudesse ser possível. Na geração anterior, na do meus pais, os trabalhadores seguiam a mesma profissão a vida inteira. Se formavam na faculdade, arranjavam um emprego numa empresa e subiam os degraus daquela empresa até se aposentarem. Até certo ponto, eu cresci com essa mentalidade, de que deveria seguir um curso único, linear, uma só carreira até o fim.

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Fazer uma grande mudança de vida é bem assustador. Mas sabe o que é mais assustador? O arrependimento. (daqui)

Felizmente, percebo que essa mentalidade já não é a norma hoje em dia. Cada vez mais, topo com relatos de pessoas que resolveram chutar o balde e ir atrás do que queriam. Largam posições e salários altos, em busca de uma aventura, de uma atividade que faça acelerar o coração, que sacie a vontade de viver uma vida com propósito, fora da caixa, fora dos padrões ditados pela sociedade de consumo. Pessoas que se redescobrem, se reinventam, se permitem tentar o novo, arriscar.

A minha mudança não está nesse patamar aventureiro. O meu novo emprego vai ser bem tradicional até. Mas pra mim é uma grande mudança. Pra mim, significa que eu desafiei o pensamento que a gente tem que escolher a nossa profissão ao entrar na faculdade e seguir pelo mesmo caminho até parar de trabalhar. A gente não precisa fazer isso.

Mas acredito que essa serenidade diante da mudança vem com a idade (#papodevelho). Quando somos mais jovens, temos a pretensão de achar que sabemos o que queremos da vida, que somos donos do nosso nariz. Eu acho que já desisti da ideia de descobrir o que quero ser quando crescer. Podemos ser qualquer coisa, várias coisas. É muito limitador ter que escolher apenas um caminho. Talvez um dia até estacionemos numa atividade única, porém é importante dar espaço para experimentar coisas novas. Principalmente quando o que fazemos já não nos satisfaz.

Já sinto o frio na barriga. Sensação boa essa de recomeço, de ser novata novamente. É bom dar uma sacudida na vida de vez em quando. E continuar aprendendo, sempre. Sobre novos caminhos e sobre nós mesmos.

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Como flores do campo, você deve se permitir crescer em todos os lugares que as pessoas pensavam que você nunca cresceria. (daqui)

Imagem de laura redburn sob licença Creative Commons.

 

Como ler lançamentos de livros gratuitamente: NetGalley

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Eu acompanho alguns blogs e canais no You Tube sobre livros. Sempre fiquei curiosa sobre as tais parcerias que esses leitores faziam com editoras, recebendo os livros em suas casas em troca de uma resenha. Tirando toda a questão do marketing de lado, eu sempre achei que era um bom negócio para o leitor que topava a parceria. Eu até fiquei com vontade de tentar as tais parcerias, confesso. Mas no meu caso a logística é complicada para trabalhar com as editoras brasileiras, porque eu não moro no Brasil. Também não rolaria parceria com as editoras que publicam livros em inglês, porque meu blog é em português. Mas a principal desvantagem que eu encontrei foi que você passa a ler somente o que a editora te manda e fica com aquela obrigação de ler e divulgar no blog ou por vídeo. E eu quero distância de obrigação com o meu blog.

Mas aí eu encontrei o NetGalley.

Eu adotei o Goodreads como rede social para gerenciar minhas leituras. Até tenho conta no Skoob, mas prefiro a interface e as funcionalidades do Goodreads, e meio que abandonei o meu Skoob. E eu leio muito em inglês mesmo. Lá no GR, eu achei várias resenhas com notas sobre o NetGalley e fiquei super curiosa.

O NetGalley é um site onde diversas editoras disponibilizam cópias digitais avançadas de livros em troca de divulgação pelos leitores. Em vez do leitor fazer parceria diretamente com a editora, ele pode simplesmente pegar os livros pelo NetGalley. E tem lançamento das editoras grandes, como a Random House ou Harper Collins. Resolvi testar o serviço.

O cadastro não é aprovado automaticamente. Depende muito do perfil do leitor. Bibliotecários e professores parecem ter prioridade, pelo que percebi. Além daqueles leitores que têm blogs/canais literários, que não é o meu caso. Eu me cadastrei como bibliotecária. Fiquei super feliz quando meu cadastro foi aprovado!

Depois que você é aprovado, você pode pesquisar o acervo de livros e solicitar a leitura. O seu pedido pode ou não ser aprovado. Tem certos livros que eles já indicam o local do público alvo, por exemplo. Livros que serão publicados na Inglaterra, por exemplo, raramente serão concedidos a leitores nos Estados Unidos. Nunca vi nada de publicação no Brasil, até porque todos os livros ali são escritos em inglês.

Eu resolvi solicitar livros infantis ilustrados, desses que não têm muito texto, porque eu poderia ler mais rapidamente, e não ficaria com aquela sensação de obrigação de terminar a leitura logo para escrever e divulgar. Alguns pedidos foram aprovados, não todos.

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As cópias dos livros são todas digitais. Algumas podem ser lidas em e-readers, como o Kindle. E outras devem ser lidas pelo Adobe Digital Editions, que você instala gratuitamente no seu computador. Para livros ilustrados, a leitura no ADE é mais recomendada, porque a diagramação é mantida. Eu nunca tinha usado o ADE pra ler livros e achei a ideia interessante. Mas não ia conseguir ler livros muito longos nesse programa, porque não gosto de ler no computador. Dei preferência para os livros que eu poderia ler pelo Kindle. Além do e-reader, eu tenho o aplicativo instalado no meu iPad, então para livros ilustrados funciona bem.

Solicitei vários livros e quando foram sendo aprovados, comecei a sentir o pânico da obrigação. Felizmente muitos deles eram bem curtinhos, então eu lia rápido. O negócio foi sentar pra escrever sobre eles, porque tecnicamente, você é obrigado a divulgar a leitura, né? Esse é o propósito do serviço! Decidi que eu ia escrever meus textos no Goodreads, que é uma boa plataforma de divulgação de livros. Dentro do sistema, você tem como inserir o link de onde você publicou a opinião sobre o livro, e pode também avaliar com estrelinhas e dar um retorno para a editora que te cedeu a cópia avançada.

Por ser cópia avançada, nem todos os livros estão diagramados perfeitamente ainda. Vamos dizer que muitos ainda são praticamente um rascunho do texto final. Alguns dos livros que eu li não tinham as páginas e as ilustrações casando direitinho, ou até as frases estavam emboladas na página, dificultando muito a leitura. Outros estavam editados perfeitamente. E foi difícil avaliar somente o conteúdo do livro no caso daqueles livros ainda bagunçados, mas eu tentei deixar de lado qualquer aspecto de produção da cópia avançada em si, e foquei apenas no conteúdo do livro.

Percebi que fui aprovada mais rapidamente quando pedi livros que serão publicados no Canadá, ou cujos autores/ilustradores eram canadenses. Achei isso super bacana! E conheci alguns artistas super legais nesse processo, como a Ashley Spires (ela até mora aqui em Vancouver!).

Em abril eu consegui ler bastante do NetGalley, mas aí empaquei num livro um pouco mais longo e resolvi dar uma pausa para ler outras coisas. Ainda tenho cinco livros por ler. Já concluí a leitura de nove livros.

Pra quem consegue ler rapidamente, em inglês, é uma forma bacana de conhecer os lançamentos sem precisar gastar com isso.

Imagem de f_lavins, sob licença Creative Commons.

Mittenwald: A pequena cidade dos violinos, e Innsbruck, no pé dos Alpes austríacos

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No terceiro dia o nosso destino era Innsbruck, uma cidade austríaca que fica logo depois da fronteira com a Alemanha. Meu pai tinha vontade de visitar a cidade que fica no pé dos Alpes austríacos e foi sede dos jogos olímpicos de inverno de 1964 e 1976.

No caminho para a cidade, escolhemos passar por um outro vilarejo do sul da Alemanha: Mittenwald. A gente nunca teria parado ali se não fosse a dica no blog do Marcelo. Quando ele disse que a cidadezinha era conhecida pelos seus luthiers (fabricantes de violinos), incluí no nosso roteiro na hora. Meu marido toca violino e é apaixonado por música clássica. A gente estava ali tão perto, tínhamos que ver a cidade dos violinos.

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Mittenwald é como Oberammergau: um vilarejo super pequeno, com duas ou três ruas principais. A arquitetura é super charmosa, com aqueles telhadinhos triangulares, a fachada das casas pintadas, ruas de ladrilho. Conseguimos chegar relativamente cedo na cidade e nem tinha muita coisa aberta ainda. Alguns poucos turistas já rodeavam as ruas, como nós.

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Encontramos o museu do violino, o Geigenbaumuseum, mas só abria às 11 da manhã. Então demos uma volta pelas outras ruas até o museu abrir.

Retornamos ao museu um pouco depois da hora da abertura. Não era um museu muito grande, tinha apenas dois andares, como se fosse uma casa comprida. Lá dentro, havia violinos de todos os jeitos, instrumentos super antigos. Não só violinos, mas toda família das cordas, incluindo violoncelos e contrabaixos. Os olhos do meu marido brilhavam. Eles mostravam como o instrumento era construído, parte por parte. Perto da entrada/saída, tinha uma espécie de oficina com diversas ferramentas para esculpir, lixar e modelar madeira. Pra quem curte música clássica, é uma experiência bacana ver como nascem os violinos.

mittenwald14 mittenwald10 mittenwald09 mittenwald13 mittenwald11 mittenwald07 mittenwald03 [Leia mais...]

Garimpando a rede #10

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Bacana o gráfico acima, né? Você pode criar um também, gratuitamente, no Canva. (via Loma)

Aliás, o blog da Loma, o Sernaiotto, é um blog super bacana! Ela tem uma série de posts com dicas de como melhorar o seu blog.

Se só o pensamento de viajar de avião com crianças te deixa arrepiado, não deixe de ler as dicas da Sut-Mie.

Você quer vir mesmo morar no Canadá? Tem certeza? Então é bom saber que nem tudo são flores.

Tem algo que você nunca fez? Duas amigas registraram uma coisa inédita de suas vidas por 365 dias.

Adoro ler, sempre: dicas para escritores.

Vamos simplificar a vida e nos cobrar de menos, vamos? (via Deleite da vida)

Mais um blog de decoração cheio de lindezas.

Animais de estimação: ter ou não ter?

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Eu nunca tive bicho de estimação.

Não se você não contar aqueles peixes ou pintinhos de feira de animais. Daquelas feiras que se instalam em estacionamento de shoppings, cheia de cercadinhos de grade com tudo quanto é espécie de cachorro, cada um mais fofo que o outro, principalmente os filhotes. Daqueles que dá vontade de você trazer pra casa. Mas não os gatos. Gato é bicho independente, sempre achei que tinham personalidade meio traiçoeira, aqueles olhos dissimulados, um dengo falso no miado meloso. Mas os cães eu amava.

Eu sempre pedia pra minha mãe me levar na feira de animais quando eles anunciavam na televisão. Devo ter ido em umas quatro ou cinco. E era sempre a mesma coisa: eu enchia o saco da mãe pra comprar o bicho. “Claro que não, menina, onde é que vamos botar cachorro morando em apartamento?” era sempre a resposta ao meu pedido. Mas eu conhecia vários que moravam em apartamento. Eu queria um pra mim. Sempre quis.

Meu consolo depois do passeio na feira de animais era o saquinho plástico amarrado na boca, cheio de água e um peixinho lá dentro. A “lembrancinha” do evento, totalmente grátis. Matei todos. Duravam coisa de quatro, cinco dias. Uma semana, talvez. E eu nem tinha aquário. Colocava o peixe dentro de uma jarra de vidro que minha mãe usava para servir suco na mesa. Nunca devo ter trocado a água dos peixes, coitados. Tampouco lembro de ter colocado comida na água. Simplesmente ficavam ali, naquela água parada, nadando pra lá e pra cá, enquanto eu ficava vidrada do lado de fora da jarra, observando as pequenas escamas e o abrir e fechar de suas boquinhas fazendo um “O”. Dias depois, amanheciam deitados, boiando na superfície da água suja. Como é que eu poderia cuidar de cachorro se não sabia tratar do peixe?

Da outra vez foi o pinto. Trouxemos dois pra casa, um pra mim, outro pra minha irmã. Tão pequenos e frágeis, aquelas bolinhas de pena amarelinha, com piado baixo e agudo. Os pintinhos duraram mais que os peixes, se a memória não me falha. A mãe arranjou uma caixa de papelão, maior que uma caixa de sapato, e deixou lá na área de serviço, forrada de jornal. Deixamos os pintos lá. Alimentamos os pintos e passávamos um tempão ali, acariciando suas cabeças usando só o indicador, bem de leve. (Não podia fazer muito carinho senão o bicho sufocava, dizia a mãe). Até que eles foram crescendo e passaram a pular pra fora da caixa. Trocamos a caixa, eu acho. E logo depois morreram. Não lembro quanto duraram. Mais que os peixes, certamente.

Mas eu queria mesmo era o cachorro. Lá pelos 8 ou 9 anos, eu colecionei um álbum de figurinhas, Cães. Não lembro se cheguei a completá-lo, se não foi tudo, foi quase tudo. Eu sabia o nome de todas as raças. Tinha selecionado aqueles que eu mais gostava. Os filhotes eram os mais adoráveis, claro. Achava lindo o Husky Siberiano, com aqueles olhos azuis, a maior cara de gringo (eu tinha certa fascinação por tudo que fosse gringo, era tudo muito exótico pra mim, na época). Mas o meu preferido mesmo era o Cocker Spaniel, daqueles com pelo liso, caramelo e as orelhas grandonas, caídas no lado da cabeça. Nunca gostei de Poodle, tinha cara de cachorro metido a rico, sei lá. E buldogues eram muito feios, antipáticos pro meu gosto.

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Eu cresci e a vontade de ter bicho sumiu. Ou adormeceu, sei lá. Acho que criança que tem mais isso de querer ter animal de estimação. Minha filha me pede sempre. Lá no fundo eu acho que também gostaria de ter um cachorro. Mas o lado racional da cabeça de adulto fala mais alto: bicho dá muito trabalho. Quem é que vai sair pra passear com ele? Nesse lugar frio e chuvoso? Ele vai entrar em casa todo molhado e vai emporcalhar a casa inteira. A casa vai ficar com cheiro ruim. Os móveis serão destruídos. Imagina só estragar o meu sofá novinho? De jeito nenhum! E quando a gente viajar? Onde deixa? E quando não tiver ninguém em casa durante o dia? Ele fica sozinho como? Os empecilhos são inumeráveis a meu ver. Não vale a pena.

Já perguntei pra amigos que têm cachorro como é. Alguns confirmam minha suspeita de que é trabalho demais. Outro disse que nunca vai ter outro depois que o dele morreu. Se apegou tanto ao cão que foi muito sofrida a sua partida. E muitos outros amam de paixão, como eu imaginava que seria.

Eu continuo achando lindo. Deve sim ser muito bacana ter cachorro em casa. Se ao menos eu me convencesse de que pra tudo tem jeito, de que as coisas devem acabar se ajeitando, e as soluções aparecem. Talvez eu me animasse. Criasse coragem. Mas sinto que ainda não é tempo. Talvez o tempo nunca chegue pra minha filha, como não chegou na minha infância, apesar da minha vontade. Por hora, os contras ainda pesam mais que as vantagens. Minha mãe tinha alguma razão pra me negar um animal de estimação, hoje eu entendo.

Porém, continuo com a dúvida. E tomo a liberdade para adaptar o poema de Vinícius:

Cães… Cães?
Melhor não tê-los!
Mas se não os temos
Como sabê-lo?

Imagens: daqui e daqui, sob licença Creative Commons.

Mais itens riscados da minha lista de 101 coisas

A minha lista de 101 coisas continua firme e forte, mas acho que ainda não vai ser dessa vez que vou realizar tudo. Falta pouco mais de 1 ano para terminar o prazo, e só risquei 26 metas até agora, 1/4 da lista em mais de 2/3 do tempo. Ainda tenho tempo e estou sempre revisando a lista para tentar cumprir o máximo de itens.

De fevereiro pra cá, já consegui riscar mais algumas metas da lista:

7. Enviar os mimos para a brincadeira do pay-it-forward para cinco pessoas

Alguém colocou essa brincadeira no Facebook e eu achei tão bacana. A ideia era enviar alguma coisa por correio para as 5 primeiras pessoas que comentassem que queriam participar. Só poderia participar quem oferecesse a mesma coisa para seus amigos, criando uma corrente para distribuir sorrisos pelo mundo. O prazo da brincadeira era um ano. Eu furei o prazo, mas cumpri o que prometi finalmente, um ano e meio depois. Fiz presentes artesanais para as cinco pessoas da minha lista. Como duas delas ainda não receberam, não vou colocar aqui.

12. Plantar uma árvore

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Sou super orgulhosa do meu abacate! Esse eu plantei desde o caroço. E ele já tem um ano e meio. Recentemente o transferi de vaso, e parece que ele não gostou muito da mudança não, está meio estacionado. Mas espero que seja temporário. É muito bacana acompanhar o crescimento de uma planta! Eu virei aquelas donas malucas que conversam com as plantas, sabe? :)

37. Escrever um haiku por dia por uma semana, refletindo sobre o dia

45. Ler 5 livros da minha estante (comprados e não lidos ainda)

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  • O pequeno príncipe (graphic novel), de Joan Sfarr
  • Feed, de M. T. Anderson (não entrou na foto porque já passei pra frente)
  • Inside out and back again, de Thanhha Lai
  • O jardim secreto, de Frances Hodgson Burnett
  • Razão e sensibilidade, de Jane Austen

Ainda tenho tantos outros livros comprados e não lidos! Mania minha de continuar comprando e pegando na biblioteca sem terminar os livros que já tenho na minha estante!

69. Imprimir 80 layouts de scrapbooking pro meu álbum

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Quem me conhece há mais tempo, sabe que eu fazia scrapbooking digital. Foram uns 3 ou 4 anos que eu me dediquei a esse hobby, e as páginas estavam somente guardadas no computador. Até que me propus a ir imprimindo aos poucos tudo que fiz. Ainda faltam alguns para completar o álbum, mas já estou satisfeita de ter tantos layouts impressos no álbum. Adoro folhear o álbum e rever os registros que fiz das meninas.

75. Visitar a biblioteca pública de Seattle

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Realizado em maio. Ainda quero fazer um post só sobre essa biblioteca linda!

80. Completar um diário de viagem

Catei tudo quanto era papelzinho na viagem da Alemanha e comprei um Moleskine para escrever sobre os dias. Já colei tudo no caderno, mas não coloquei fotos, porque ainda não revelei nada. Queria também fazer uma capa caprichada, com colagem, mas ainda não rolou. Pelo menos escrevi sobre as cidades por onde passamos e colei tudo que trouxe (mapas, bilhetes de passeios, etc).

Algumas metas que estão em andamento e quase completas:

34. Escrever todos os dias por 15 minutos pelo menos por um mês

Comecei no mês passado e fui super bem por 10 dias até furar no domingo passado. :( Recomecei novamente na segunda.

41. Ler 3 clássicos da literatura mundial

Li Razão e sensibilidade, da Jane Austen, e O jardim secreto, de Frances Hodgson Burnett. Falta só um.

44. Pegar sugestão de um livro com 10 pessoas e ler todos os 10 livros

Já li 8 de 10.

  • Anna e o beijo francês, de Stephanie Perkins (indicado pela Giu Fernandes)
  • Feed, de M. T. Anderson (indicado pela professora de literatura infantil)
  • Diário da queda, de Michel Laub (indicado pela Socorro Acioli)
  • Um dia, de David Nicholls (indicado pela Tati)
  • Slammed, de Colleen Hoover (indicado pela Janine)
  • A felicidade, desesperadamente, de André Comte-Sponville (indicado pela Ju)
  • Koko be good, de Jen Wang (indicado pela Nafiza)
  • Tenho o teu número, de Sophie Kinsella (indicado pela Ana Amorim)

46. Costurar uma bolsa de pano pra mim

Já está cortada, só falta montar e costurar.

55. Fazer cinco itens do meu mural de crafts, costura ou DIY no Pinterest

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63. Fazer 10 receitas que marquei no Pinterest

As últimas que eu fiz foram o muffin de blueberry, o bolo de banana com nozes, e a sopa de lentilha com arroz.

76. Três cidades que ainda não conheço, em viagens diferentes

Só na viagem de março já teria completado este item. Eu acabei acrescentando “em viagens diferentes” justamente pra não matar o item todo de uma vez só.

E vocês? Também têm lista de metas para cumprir?

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52-objetos-imagemO quê: Piranha de cabelo
Onde: No cabelo, na bolsa, na caixa de acessórios do banheiro, perdido em algum lugar
Origem: Peguei da minha irmã

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Eu vivo de cabelo preso. Tenho uma agonia absurda de deixar cabelo solto. Eu até acho lindo cabelo solto, e o meu cabelo é bem grande, mas não sei o que tenho que não consigo sentir cabelo no meu rosto. Nem no rosto, nem em parte nenhuma do corpo. Eu consigo sentir um único fio de cabelo me roçando na parte de trás do braço, ou na perna, e não sossego enquanto não acho o tal fio. A minha neura com cabelo solto é tão grande que nem minhas filhas escapam. Assim que descem para o café, a primeira coisa que eu peço é para prender o cabelo. A pequena ainda tem uma franjona grande e vive com o cabelo cobrindo os olhos. Eu fico agoniadíssima com isso!

Essa piranha em particular, é minha preferida. Roubei da minha irmã quando ela veio passar um tempo comigo. Ela tinha duas, então não foi tão cruel assim. Já perdi a piranha várias vezes! Eu sou mestra em largar coisas na bolsa, depois esquecer onde coloquei. E nesse troca-troca de bolsa, eu nunca sei onde nada está. Meu prendedor de estimação já ficou perdido numa dessas. Aliás, agora mesmo, eu não sei onde enfiei ele! Eu tenho outras piranhas, mas essa tem a pressão perfeita, e dá conta direitinho do volume do meu cabelo, nem mais, nem menos.

O que é o projeto 52 objetos?

Em muitos anos no futuro alguém encontra uma caixa cheia de coisas que você possuiu e tenta descobrir que tipo de pessoa você era. Talvez essa caixa tenha fotografias, livros, documentos pessoais, roupas, talheres, bilhetes de shows ou até um pacote de chiclete. O que esses objetos diriam sobre você? Eles mostrariam um retrato fiel da sua vida? Qual história eles diriam?

A ideia original veio daqui.

Por que eu apaguei a página do blog no Facebook?

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Foi de supetão, em abril, durante uma das minhas crises de blogueira, que eu resolvi dar cabo à página do Colorida Vida no Facebook. Eu tinha mais de 2 mil curtidores por lá, o que eu achava que era até muito, até ver outros blogs por aí que já alcançaram 5 ou 6 dígitos de seguidores (!).

É óbvio que eu achava bacana as pessoas curtindo a página, mas percebi que esse número de pessoas que crescia a cada dia no Facebook não necessariamente curtia o blog de verdade. O número de visitas no blog não acompanhou esse crescimento, nem o número de comentários aumentou por causa da página no Facebook. E a intenção da página era justamente essa: para aqueles que não usam mais o leitor de feeds, que a página fosse um lembrete de quando tivesse post novo no blog.

Acontece que o seu Zuckerman cresceu os olhos pro potencial comercial que a sua ferramenta tem e passou a cobrar para que todos os curtidores de uma página realmente vissem a atualização feita. Ou seja, sem pagar, dos 2 mil curtidores da página, pouco mais de 200 recebiam a atualização da página. Isso mesmo! Você aí que curtiu 58 páginas, provavelmente não está visualizando tudo que essas páginas publicam só porque o dono da página não pagou pro seu Zuckerman deixar você ver.

Aí eu pensei, pra quê continuar com isso então? É trabalho extra pra um retorno que não existe. Eu não quero ficar colecionando curtidores no Facebook só pra mostrar um número gigantesco aqui no blog. Como disse, aqueles não eram leitores do blog de qualquer forma. Prefiro contar com meus 800 e poucos assinantes de feed (obrigada, gente!) do que com os 2 mil lá no Facebook. Quero manter um relacionamento de blogueiro/leitor com quem realmente lê o blog, e interage de alguma forma.

Então é isso. Se você tinha curtido o blog no Facebook, não estou mais lá. Obrigada pela visita de sempre e se quiser ficar sabendo das novidades do blog, não esqueça de assinar o feed. Você pode usar um leitor de feed (como o Feedly ou o Bloglovin) ou assinar por e-mail (coloque seu e-mail no campo na lateral do blog).

Eu, Ana Paula, ainda estou no Facebook com meu perfil pessoal. Quando criei a página do blog, foi também para permitir que os leitores tivessem esse canal extra de comunicação comigo sem que eu os adicionasse no meu perfil pessoal. Eu tento deixar meu perfil super enxuto, só com familiares e amigos bem próximos mesmo. Além disso, estou ficando é cansada do Facebook pra falar a verdade, e nem tenho usado tanto ultimamente. Espero que vocês entendam e não se chateiem se eu negar o pedido de amizade pelo perfil pessoal lá no Facebook, ok?

Imagem sob licença Creative Commons.

Alemanha: Castelo de Neuschwanstein e Oberammergau

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Continuando a série sobre a viagem da Alemanha, este foi o segundo dia.

Há muitas cidadezinhas charmosas nos arredores de Munique, na Alemanha. A região sul do país é onde fica o estado da Baviera (Bayern), que é a parte mais típica tradicional alemã, a meu ver. Quando pensamos em Alemanha, naquelas roupinhas típicas de vestidos com aventais e meias levantadas até o joelho, nas canecas gigantescas esculpidas em cerâmica, tudo isso é tradicional desta região da Alemanha.

Ficamos quatro noites em Munique, mas visitamos a cidade em apenas um dia. Os dois outros dias cheios (um foi pra gente chegar de Frankfurt até lá) fizemos passeios em cidades mais afastadas de Munique, a uma hora e meia no máximo de lá.

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Um dos passeios imperdíveis é visitar o castelo de Neuschwanstein (pronuncia-se “Nóishvanstain”), o famoso castelo que inspirou Walt Disney a criar o castelo da Bela Adormecida. A estrada de Munique até a cidade de Hohenschwangau é magnífica! Aquelas paisagens idílicas, pastoris, com muito verde e montanhas majestosas cobertas de neve no topo. Só o passeio de carro até lá já vale a pena! Dá pra ir de trem também, e o Ricardo Freire, do Viagem na Viagem, explicou como fazer isso neste post. Aliás, pegamos muitas dicas dos arredores de Munique no blog dele.

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Chegamos na cidade lá pelas 11 da manhã. O castelo fica num lugar bem afastado e não tem muita civilização por perto, a gente até fica se perguntando se a estrada vai dar mesmo em algum lugar. No pé da montanha tem o lugar onde compra o ingresso do castelo, que marca o horário da visita. Eles geralmente colocam o horário da visita pelo menos uma hora depois da compra, que é pra dar tempo de subir a montanha. Você pode subir a pé (o mapa dizia que durava uns 40 minutos a caminhada), de ônibus, ou de charrete. Como a minha mãe não aguenta andar muito, pegamos o ônibus mesmo. O legal do ônibus é que ele te deixa em alguns metros acima do castelo, perto da ponte Maria (Marienbrucke), de onde temos aquela vista privilegiada do castelo e do vale.

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A moda dos cadeados de amor está rodando o mundo inteiro!

As crianças ficaram encantadas que estávamos visitando um castelo de verdade! Ele foi construído pelo rei Ludwig II (Luis II), que era um cara meio ecêntrico, digamos assim. A decoração do castelo, construído no século 19, foi toda inspirada na obra do compositor Richard Wagner, que era amigo do rei.

O tour dentro do castelo é super organizado, você fica com o seu grupo o tempo inteiro. Todos recebem um aparelho para ouvir a narração da história dentro dos cômodos e tem até opção de ouvir em português (de Portugal). Não é permitido filmar ou fotografar dentro do castelo. Passamos por diversas salas, quartos, e mais salas, decorados ao extremo, com paredes e tetos pintados, muita tapeçaria e muito dourado por todos os lados. É tudo muito grandioso, exagerado! A vista não dura mais que meia hora ou quarenta minutos, é rápida. No final você sai em uma lojinha, como é de praxe em qualquer atração turística.

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Pegamos o ônibus de volta para descer o morro. Já era hora do almoço e todos morríamos de fome. Como a cidade é muito pequena e o movimento todo gira somente em torno do castelo, não encontramos muitas opções de restaurante no pé da montanha. Tinham uns dois, mas eram super caros. Acabamos comendo um cachorro quente desses turbinados de tão grande que era a linguiça (especialidade dos alemães!) numa barraquinha de lanche.

De lá, visitamos outra cidade próxima, também dica do Ricardo: Oberammergau. Essa parecia uma cidade de boneca! Ruas de ladrilho, muros pintados como obras de arte, arquitetura típica da região com telhados como a gente desenha quando é criança, tudo muito colorido, muita madeira exposta. Além do charme da pequena cidade, não há muito o que fazer por lá. Demos uma caminhada por duas ruas principais, olhando as lojas de souvenirs e artesanato. Sentamos para tomar um sorvete. (Fazia frio, mas a gente que mora no Canadá toma sorvete o ano inteiro!).

oberammergau2oberammergau3oberammergau4oberammergau5oberammergau1oberammergau6 Eu queria ter podido visitar uma das montanhas dos alpes bávaros, mas as meninas e minha mãe já queriam voltar, não teríamos muito tempo para curtir a paisagem do topo da montanha. Mas já tínhamos curtido bastante o dia, não tinha do que reclamar. E no dia seguinte tinha mais: Innsbruck, na Áustria.

Meus podcasts preferidos

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Tem uns dois anos que eu comecei a ouvir podcasts. Aprendi a mexer no aplicativo do iphone e baixava alguns episódios para ouvir no ônibus, quando eu não queria ler. Desde então, já descobri muitos programas bacanas e acompanho alguns regularmente. Eu escuto também quando estou fazendo tarefas em que não preciso pensar muito, como lavar louça, passar ou dobrar roupa.

Pra quem está aprendendo inglês, ouvir podcast é um ótimo exercício para praticar o ouvido. Não só inglês, mas qualquer língua. Eu andei escutando uns podcasts da Deutche Welle quando estava estudando alemão mais ativamente. Opção é o que não falta.

Estes são os que ouço mais frequentemente:

Literáriocast

literariocastPra quem curte livros, o Literáriocast é um programa muito bacana! Foi o primeiro podcast brasileiro sobre livros que comecei a escutar no ano passado. A edição do Rafael Franças é praticamente profissional de tão boa! São três integrantes principais da equipe e às vezes eles recebem convidados para falar de temas específicos. Adoro o segmento Dicas da vez, no final de cada programa, onde os participantes indicam livros, sites, ou séries legais. Eles lançam novos episódios a cada 10 dias.

Cabulosocast

cabulosoDepois de ouvir tudo do Literáriocast, comecei a procurar outros podcasts sobre livros feitos no Brasil e passei também a acompanhar o Cabulosocast, um programa super divertido no comando do Lucien. O podcast é semanal, e muito bem editado também. O Lucien é muito divertido e muito empolgado, eu sempre dou risadas ouvindo os programas. Eles fazem programas sobre livros específicos e também sobre temas gerais do universo dos leitores (gêneros literários, tendências, comportamento dos leitores, livros preferidos, livros que viram filmes, etc.). As análises são sempre muito relevantes e originais. E discutir sobre livros é sempre tudo de bom, né?

Fala freela

falafreelaEsse eu descobri tem pouco tempo e curti muito a estrutura dos programas. É um podcast para profissionais freelancers, focando principalmente na área de web e design. Eu não trabalho mais nesta área, mas curto muito ouvir a equipe do podcast falando sobre o seu dia-a-dia. Eles dão muitas dicas bacanas para empreendedores também, sobre como gerenciar o relacionamento com clientes, como melhorar a produtividade, e outros assuntos mais genéricos, mas super interessantes. Curto muito o papo desses profissionais inteligentes!

I should be writing

i-should-be-writingFoi o primeiro podcast que comecei a ouvir, há uns dois anos talvez. A Mur Lafferty apenas sonhava em ser escritora quando começou a compartilhar sua jornada com os ouvintes. Ela falava sobre seu processo criativo e sobre cada fase da sua carreira como escritora. Hoje ela já tem dois livros publicados e continua dando dicas para potenciais escritores. O mais bacana disso é perceber que todo escritor tem as mesmas dúvidas e os mesmos problemas de autoestima. Ela sempre faz entrevistas com outros escritores e profissionais do mundo editorial.

The art of simple

artofsimplesquare-280x280O podcast do antigo blog Simple Mom. A autora mudou o nome do site há um tempo atrás para The art of simple. O blog foca em vida simples e como viver intencionalmente. Os podcasts são sempre conversas com outras amigas dela, também blogueiras, sobre assuntos do dia-a-dia. Fica parecendo que estamos ouvindo conversa de comadres, sabe? De vez em quando rolam dicas de coisas que elas curtem, seja música, livros, séries ou serviços. Em setembro deste ano, a Tsh vai rodar o mundo com sua família (ela tem três filhos) por um ano. Gente assim me inspira.

The bright side

bright-sideEsse podcast é na verdade um programa de rádio de uma estação da Califórnia. São episódios curtos, de no máximo 20 minutos, sobre desenvolvimento pessoal. A convidada é uma coach pessoal, que não chega a ser uma psicóloga, mas é alguém que te ajuda a repensar os seus objetivos de vida e como você pode alcançá-los. Ela fala de temas como: equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional, como abraçar o fracasso, como fazer boas escolhas, como parar de se preocupar. São sempre dicas de como encarar a vida mais positivamente e não deixar que os obstáculos nos impeçam de realizar nossos sonhos. Muito inspirador.

E você? Costuma ouvir algum podcast? Compartilhe nos comentários.

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